29 Dezembro 2009

Comunicado Oficial AFL

Comunicado Oficial N.º 28 – 09 / 10

 

Para conhecimento de todos os Árbitros, Cronometristas, Observadores e demais interessados se esclarece que de acordo com o previsto no Regulamento Oficial de Provas desta Associação um dos Delegados ao jogo poderá ser substituído no banco pelo Treinador Adjunto, Preparador Físico ou Secretário Técnico, mantendo-se, porém, o número estabelecido de doze elementos que podem permanecer no banco.

 

Assim o texto integral, acerca do assunto, inserido nas Normas Regulamentares para Árbitros passa a ter o teor seguinte:

 

9 - BANCO DOS TÉCNICOS

 

9.1 - Salvo no caso referido no parágrafo seguinte, os bancos dos técnicos devem ser sempre colocados ao longo da linha lateral, ambos à mesma distância da linha de meio campo, no limite máximo de 16 (dezasseis) metros.

O banco destinado aos elementos do Clube visitante deve ser colocado, sempre que possível, no lado oposto àquele onde estiverem concentrados os sócios do Clube visitado.

 

9.2 - No banco dos técnicos têm lugar até ao limite máximo de 12 pessoas (Futebol de 11 e Futsal), ou 10 pessoas (Futebol de 7), os seguintes elementos constantes das fichas técnicas:

 

a)    No máximo 7 jogadores suplentes para o futebol de onze e Futsal, 5 para o futebol de sete.

 

b)    No máximo 5 elementos de entre os seguintes:

 

Ø  2 Delegados

Ø  Treinador

Ø  Treinador adjunto

Ø  Preparador físico

Ø  Secretário técnico

Ø  Médico

Ø  Enfermeiro/Fisioterapeuta/Massagista

 

Nota: Não é permitido acumular funções de treinador/jogador e vice-versa, mesmo que para o efeito esteja habilitado.

 

9.3 - Os jogadores suplentes devem estar devidamente equipados e com fato de treino ou coletes que os distingam dos jogadores de campo.

 

9.4 - Dos elementos mencionados na ficha técnica, apenas podem dar instruções tácticas para dentro do terreno de jogo os credenciados como treinadores. No caso de existirem dois treinadores (treinador e treinador adjunto) apenas um de cada vez pode estar de pé a exercer essas funções. O elemento que esteve a dar instruções pode continuar de pé na área técnica, até ao momento que o outro treinador se levante para o mesmo efeito.

Aos restantes elementos presentes no banco, estão vedadas essas funções.

 

9.5- A não comparência do treinador não impede a realização do jogo.

 

9.6- A falta do delegado é suprida de acordo com o capítulo 12, alínea 12.1 destas instruções.

 

9.7 - A falta do treinador ou do treinador adjunto, impede qualquer dos restantes elementos do banco de dar instruções tácticas, para dentro do terreno de jogo.

 

9.8 - Em quaisquer das circunstâncias, o árbitro deve mencionar o facto no relatório do jogo.

 

9.9 - Com excepção dos suplentes, os outros elementos do banco devem possuir as respectivas braçadeiras, colocadas no braço, com a largura de 9/10 centímetros, que facilmente os distinguem e permitam ao árbitro uma rápida identificação se necessário.

 

9.10 - Os jogadores substituídos podem tomar lugar no banco.

 

9.11 - A área técnica, se existir, estende-se, para os lados, a 1 metro de cada lado dos lugares sentados e para a frente até 1 metro da linha lateral.

 

9.12 - Um dos Delegados ao jogo poderá ser substituído no banco pelo Treinador Adjunto, preparador Físico ou Secretário Técnico, mantendo-se, porém, o número estabelecido de doze elementos que podem permanecer no banco.

 

Mais se esclarece que de acordo com a informação emanada da Direcção da AFL, no dia 30 de Outubro:

 

Os clubes cujas equipas não apresentam treinadores habilitados, e que tenham indivíduos a frequentar o curso de treinadores que esteja a decorrer, deverão mencionar, na ficha técnica de cada jogo, na parte "declarações do delegado", que o Sr…………….. está a frequentar o curso de treinadores de Futebol de Onze ou Futsal. No entanto os indivíduos nestas condições, embora possam permanecer como 1º ou 2º Delegado no banco dos técnicos não estão autorizados a dar instruções.

 

Lisboa, 28 de Dezembro 2009

 

30 Outubro 2009

INFORMAÇÃO AFL

Os clubes cujas equipas não apresentam treinadores habilitados, e que tenham indivíduos a frequentar o curso de treinadores que está a decorrer, deverão mencionar, na ficha técnica de cada jogo, na parte "declarações do delegado", que o sr…………….. Está a frequentar o curso de treinadores de futebol de onze ou futsal.

 

No entanto os indivíduos nestas condições, embora possam permanecer no banco dos técnicos não estão autorizados a dar instruções.

                                                                                                                                                             30.10.2009

O Secretário Geral

Armando Carmezim

 

 

15 Outubro 2009

Núcleo de Lisboa - 1º Teste Preparação

Perguntas do primeiro teste de preparação par os testes da Associação de Futebol de Lisboa, realizado no Núcleo de Lisboa em 01 de Setembro de 2009.

 

Não responder "sim" ou "não". Justifique sempre as respostas.

 

1. As Leis do Jogo determinam que a bola a utilizar num jogo de Futsal deverá ter as seguintes características: Ser Esférica; feita de couro ou de outro material adequado; A sua circunferência de 62cm. a 64cm.; o seu peso entre 400gr. E 440gr. Nas competições da AFL, nos escalões de Juniores "D " e Juniores "E", queremos saber as características completas da bola determinas pela AFL.

 

2. A Lei 8, "Pontapé de Saída e Recomeço do Jogo" diz textualmente: "Quando uma equipa marca um golo, será a equipa que sofreu o golo que procede ao novo pontapé de saída" Esta afirmação será sempre correcta? Justifique.

 

3. O árbitro interrompeu o jogo por um jogador ter saído da superfície de jogo. No momento em que o árbitro interrompeu o jogo, o jogador em altos berros, insultou o capitão da equipa adversária. Qual deve ser o procedimento imediato e posterior do árbitro?

 

4. Como deve proceder o árbitro se um jogador reclamar um cartão amarelo para um adversário que cometeu falta sobre ele?

 

5. Um jogador substituto sentado no banco dos técnicos não tem o colete vestido nem fato de treino. Como deve proceder o árbitro?

 

6. Um jogador agride um adversário a soco. Após exibir o cartão vermelho ao agressor, o árbitro ordenou o recomeço de jogo através de um pontapé-livre indirecto contra a equipa do agredido. Descreva uma situação de jogo em que tivesse sido correcta esta decisão.

 

7. Um jogador, com a velocidade que trazia, empurrou um adversário pelas costas. O lance ocorreu perto do árbitro e este viu que o jogador empurrou sem querer. Mesmo assim, o árbitro sanciona a falta. Porquê?

 

8. No final do jogo, o delegado de uma das equipas pretende fazer uma declaração de protesto, alegando que o árbitro marcou, contra a sua equipa, duas grandes penalidades inexistentes. Deverá o árbitro facultar o boletim de jogo para o efeito? Porquê?

 

9. Vai executar-se um pontapé de grande penalidade. Após o apito do árbitro e antes que a bola seja pontapeada pelo executante, um defensor infringe as Leis do Jogo. O árbitro viu a infracção, mas permitiu que o pontapé fosse executado. A bola é chutada, bate na trave e ressalta para a superfície de jogo. O executante ainda consegue fazer a recarga e introduzir a bola na baliza. Como deve proceder o árbitro?

 

10. Das onze faltas graves constantes da Lei 11, que devem ser punidas com um pontapé-livre directo, seis delas podem sê-lo mesmo quando cometidas por negligência ou imprudência. Cite duas dessas faltas que sejam cometidas com os pés.

 

11. Quando deve o 2.º árbitro assinar o relatório do jogo? Porquê?

 

12. Dois jogadores da mesma equipa chocam e provocam uma situação de perigo para a sua integridade física. Deverão ser castigados?

 

13. Ao intervalo, os jogadores de ambas as equipas não se deslocam aos balneários, preferindo ficar na superfície de jogo. Qual deverá ser a atitude do árbitro?

 

14. Diga 3 (três) objectivos para que é marcado a área de grande penalidade na superfície de jogo.

 

15. Indique duas excepções à seguinte regra: "Os livres, são executados no local em que as falta s foram cometidas".

 

16. Um defensor evita com as mãos que a bola entre na sua baliza, contudo a bola ressalta para um adversário que remata faz golo. Como procede técnica e disciplinarmente?

 

17. Indique três faltas em que a simples tentativa pode dar origem a pontapés livres directos ou grande penalidade.

 

18. Como deve ser punida a equipa de um jogador que joga de uma maneira perigosa na disputa da bola com um adversário? 

 

19. Para além de referir o que é um ataque prometedor, refira as condições fundamentais de avaliação.

 

20. Após a obtenção de um golo, deve permitir-se que os jogadores dêem mostras de contentamento e expressem a sua alegria. No entanto, os jogadores devem ser advertidos se exagerarem ou se comportarem de forma inconveniente, como por exemplo: Exibir a sua camisola em nítido e claro sinal de troça, ridicularizando os adversários. Indique mais três situações passíveis de advertência.

13 Outubro 2009

Curso de Candidatos na AFL

O Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa abriu as inscrições para os Cursos de Candidatos a Árbitro de Futebol e Futsal. Ao contrário do que seria de esperar ainda não foi desta que também abriram as inscrições para o árbitro jovem no Futsal. Porque será que nas outras Associações do país há árbitro jovem no Futsal e em Lisboa não? Será o Regulamento de Arbitragem diferente nas outras Associações?

06 Outubro 2009

NAF Lisboa - PLano de Sessões - Outubro 2009

Plano das Sessões previstas para Outubro.

06/10 - Preparação de Testes Escritos AFL  - 2ª Chamada

13/10 - Preparação de Testes Escritos AFL  - 2ª Chamada

20/10 - Análise e Respostas ao Teste AFL 

27/10 – Normas Regulamentares e Instruções

 

Em todas as sessões há um espaço de trinta minutos para escalpelizar os casos surgidos nos jogos.

 

Aparece e Esclarece as tuas dúvidas

01 Outubro 2009

Curriculum Desportivo J. Carvalho

Chamo-me Joaquim António dos Reis Carvalho, nasci na freguesia de Paradela, concelho de Chaves em 26-06-1969.

 

Contacto:  carvalhofutsal@gmail.com

 

Profissionalmente exerço o cargo de Director Financeiro numa empresa de Serviços Audiovisuais, com sede em Lisboa, junto ao Parque das Nações.

 

Embora tenha sido também Árbitro de Futebol, foi no Futebol de Cinco e no Futsal que até à data alcancei os patamares cimeiros da Arbitragem Nacional. Fui Árbitro da 1ª Categoria Nacional de Futebol de Cinco, passando ainda pelos cargos de Cronometrista, Observador e Monitor  dos quadros da Federação Portuguesa de Futebol.

 


Cursos e Formação Desportiva:

 

  • 1988 Frequentei o Curso de Candidatos a Árbitro de Futebol e Futebol de Cinco "Raul Martins" na Associação de Futebol de Lisboa.
  • 1997 Curso de Cronometrista da Federação Portuguesa de Futebol.
  • 1997 Curso de Observador de Futsal da Associação de Futebol de Lisboa.
  • 1999 Curso de Observador de Futebol da Associação de Futebol de Lisboa.
  • 2004 Monitor de Futsal da Federação Portuguesa de Futebol.
  • 2004 Formação de Formadores.

  

Actividades Desempenhadas:

 

  • Responsável pelas Sessões Técnicas de Futsal no Núcleo de Árbitros de Futebol da Linha de Sintra de 2001 a 2005.
  • Membro da Comissão de Apoio Técnico da Associação de Futebol de Lisboa desde 2001.
  • Coordenador da Comissão de Apoio Técnico de Futsal da Associação de Futebol de Lisboa de 2005 a 2009.
  • Membro da Comissão de Análise da Associação de Futebol de Lisboa em 2005/2006 e 2008/2009.
  • Membro da Comissão de Recurso da Associação de Futebol de Lisboa em 2007/2008.
  • Responsável pela elaboração dos conteúdos programáticos das Escolas de Candidatos a Árbitros de Futsal: 
  •  2005/2006 – Vítor Fernandes Correia.
  •  2006/2007 – Joaquim Cabeça Gomes
  •  2007/2008 – Carlos Ferreira Matos
  •  2008/2009 – Alfredo Nunes Basílio.

Actividades em Curso:

 

  • Membro da Comissão de Apoio Técnico de Futebol da Associação de Futebol de Lisboa.
  • Observador de Árbitros de Futebol na Associação de Futebol de Lisboa.
  • Observador de Árbitros de Futsal na Associação de Futebol de Lisboa.
  • Responsável pelas sessões técnicas de Futsal no Núcleo de Árbitros de Lisboa.

Actividades desempenhadas como Prelector:

 

  • Prelector em todos os Cursos de Candidatos a Árbitro de Futsal leccionados pela Associação de Futebol de Lisboa desde as épocas 2001/2002 até 2008/2009, e, cujo os patronos foram:
 
  •         2001/2002 – Carlos Arsénio.
  •         2002/2003 – Vítor Pereira.
  •         2003/2004 – Antonino Silva.
  •         2004/2005 – Pedro Quaresma.
  •         2005/2006 – Vítor Fernandes Correia.
  •         2006/2007 – Joaquim Cabeça Gomes
  •         2007/2008 – Carlos Ferreira Matos
  •         2008/2009 – Alfredo Nunes Basílio
 
  • Responsável do Módulo de Futsal e Prelector, no XVII Encontro Nacional de Núcleos de árbitros de Futebol, realizado em Sintra em 2005. 
  • Prelector no Módulo de Futsal no XIX Encontro Nacional de Núcleos de árbitros de Futebol, realizado em Vila Franca de Xira em 2007.
  • Prelector do Módulo de Leis do Jogo, nos VIII, IX e X Cursos de Treinadores de Nível I da Associação de Futebol de Lisboa.
  • Prelector do Módulo de Leis do Jogo, no X Curso de Treinadores de Nível II da Associação de Futebol de Lisboa.

Normas Árbitros Futsal 2009

O Conselho de Arbitragem da AFL já divulgou as normas e instruções para árbitros de Futsal e uma das alterações para esta época é o capítulo 11.3.

 

11 - IDENTIFICAÇÃO DE JOGADORES E TÉCNICOS – DOCUMENTAÇÃO

 

11.1 - Até 30 minutos antes do início do jogo, os Delegados dos Clubes aos jogos são obrigados a apresentar ao árbitro a ficha técnica em duplicado, os cartões dos jogadores efectivos e substitutos, os cartões dos elementos agregados, bem como uma bola de acordo com as Leis de Jogo e as presentes Instruções.

 

11.2- Podem fazer parte da ficha técnica do jogo todos os elementos que tenham ou não código de barras, independentemente de terem ou não cartão. Estes elementos têm de apresentar um documento identificativo (B.I, carta de condução ou passaporte).

Se apresentarem uma credencial da AFL, também têm de apresentar um documento identificativo.

 

11.3 – Obrigatoriamente a equipa de arbitragem deve proceder à identificação dos jogadores da seguinte forma:

a) Jogos de Seniores – no espaço que antecede a entrada na superfície de jogo

b) Jogos de Jovens - dentro da superfície de jogo, após a saudação e com todos os jogadores perfilados.

No caso de só aparecer uma equipa ao jogo a identificação será efectuada junto da cabine da mesma, não sendo necessário a entrada na superfície de jogo.

 

11.5 - Obrigatoriamente a equipa de arbitragem deve proceder à identificação dos elementos técnicos que se encontram nos banco de substitutos, antes do inicio do jogo.

 

11.6 - O delegado ao jogo de cada equipa pode acompanhar a equipa de arbitragem na identificação dos jogadores da equipa adversária, estando-lhes vedado interferir na sua identificação.

 

11.7 - Se o árbitro, por si ou por informação do delegado da equipa adversária tiver dúvidas sobre a identificação do jogador, convida este e o delegado da sua equipa para se deslocarem à sua cabina, onde preenchem um formulário fornecido pela AFL, onde tem que constar o nome completo, filiação, data de nascimento e a morada.

 

11.8 - O Delegado do Clube deve também assinar por baixo da assinatura do jogador, a confirmar a sua identificação.

 

11.9 - Se o jogador se recusar a preencher e assinar e/ou o delegado ao jogo do clube se recusar a assinar o questionário fornecido pela AFL, o árbitro não permite a utilização do jogador no encontro (mencionando os factos no relatório).

 

11.10 - No caso de o jogador não possuir qualquer documento identificativo e já tenha assinado o relatório do jogo, bem como o delegado do clube, não impede o delegado do outro clube de colocar dúvidas sobre a identificação.

 

11.11 - Nessas condições, o jogador e o delegado do seu clube (apesar de já terem assinado o relatório), terão de dar cumprimento ao previsto em 11.6 e 11.7, se o não fizerem o árbitro dá cumprimento ao previsto em 11.8.9

 

11.12 - Se o jogador apresentar o original do bilhete de identidade o árbitro pode dispensar o preenchimento do questionário. No entanto, se mesmo assim tiver dúvidas sobre a sua identificação deve proceder em conformidade com 11.6 e 11.7.

 

11.13 - Sempre que existam dúvidas quanto à identificação de um determinado jogador, o delegado da equipa que levanta a dúvida, poderá solicitar ao árbitro a identificação do mesmo. Esta deverá ocorrer no início, intervalo ou no final do respectivo jogo.

a) Nestas condições, mesmo que persistam dúvidas ao árbitro, este não pode impedir a participação do jogador no encontro.

b) O delegado do clube adversário deve na sua ficha técnica em observações do delegado, mencionar que informou o árbitro que tem dúvidas sobre a identificação do jogador.

c) O árbitro não aceita qualquer protesto que o delegado dessa equipa pretenda fazer, por o árbitro ter permitido ao jogador participar no encontro. Esse protesto deve ser dirigido ao órgão competente da AFL.

 

30 Setembro 2009

Sessões de Futsal no NAFLS

 
(Finalmente) Vão recomeçar no próximo dia 1 de Outubro, a partir das 21,30, as sessões técnicas de Futsal no Núcleo de árbitros da Linha de Sintra. Como associado do núcleo, fiquei bastante agradado com esta noticia. Este núcleo foi o pioneiro em sessões técnicas exclusivas de Futsal, e, seria uma grande perda para os árbitros da zona e da modalidade perderem essas sessões.  Infelizmente não poderei frequentá-lo, pelo menos com a frequência que gostaria, (já não moro na linha de Sintra) mas vou tentar, sempre que surgir a oportunidade.
 
À Comissão Técnica do Núcleo que será composta por; Francisco Parrinha, Paulo Teixeira, Miguel Castilho e Bruno Abreu, quero desejar o maior sucesso na sua função e também dizer-lhe que sempre que também podem contar comigo sempre que acharem necessário.
 
 

17 Setembro 2009

Comunicado Oficial AFL

1. BANCO DOS TÉCNICOS E SUPLENTES Dos elementos mencionados na ficha técnica, apenas podem dar instruções tácticas para dentro da superfície de jogo, os credenciados como treinadores. No caso de existirem dois treinadores (treinador e treinador adjunto), apenas um de cada vez pode estar de pé a exercer essas funções. Aos restantes elementos no banco, estão vedadas essas funções. 2. NÚMERO LIMITE DE JOGADORES EM AQUECIMENTO Após o início do jogo apenas é permitido o máximo de quatro jogadores suplentes, devidamente equipados e com colete que os distinga dos jogadores em jogo, em atitude de aquecimento. Estes pontos entram IMEDIATAMENTE em vigor

15 Setembro 2009

Teste 1ª Categoria AF Lisboa

Realizado em 12 de Setembro de 2009

Teste 1ª Categoria Nacional

Realizado em 05 de Setembro de 2009.

02 Setembro 2009

Árbitros ameaçam paralisar campeonatos

CASO O GOVERNO NÃO RECUE NO ÂMBITO DO IRS E DA SEGURANÇA SOCIAL
 
Os árbitros dos distritais de futebol e de mais 8 modalidades ameaçaram hoje uma paralisação a nível nacional, caso o Governo não recue no despacho que pretende tributá-los para efeitos de IRS e Segurança Social. A ameaça foi assumida pela Confederação das Associações de Juízes e Árbitros de Portugal (CAJAP), em conferência de imprensa realizada em Lisboa.

Os responsáveis da organização disseram estar dispostos a ´ir à luta´ para reverter o que consideram ser ´uma tremenda injustiça´, lembrando que os árbitros das Ligas profissionais de futebol, que descontam como qualquer profissional de outra actividade, e da FPF, ´estão imbuídos do mesmo espírito e dispostos a assumir uma posição colectiva de solidariedade´, que se poderá traduzir ´na indisponibilidade para dirigir jogos das competições profissionais´, conduzindo à paragem das mesmas.

Em causa está a pretensão do Governo em alterar a norma de IRS que isenta deste imposto os agentes desportivos não profissionais, nomeadamente praticantes, juízes e árbitros, até ao montante máximo anual correspondente a cinco vezes o valor da retribuição mínima mensal garantida.

Segundo a CAJAP, o Governo pretende impor apenas aos árbitros do futebol distrital e das modalidades um limite de idades até aos 25 anos, que pode ser alargado até aos 30 anos se um árbitro tiver começado a carreira mais tarde, para usufruto da isenção de tributação do IRS e dos descontos para a Segurança Social.

Ou seja, os árbitros com idade superior ao limite acima referido serão taxados tal como os árbitros das Ligas Profissionais ou qualquer outro profissional liberal, violando, segundo a CAJAP, o espírito da Lei n.º 127 B/97 de 20 de dezembro, na qual os árbitros foram pela primeira vez citados como pessoas passíveis de sujeição a IRS.

Para a CAJAP, representada na conferência de imprensa pelos presidentes da direcção, António Sérgio, da Assembleia Geral, Rui Valente, e pelo secretário António Sobral, ´o espírito da Lei seria justamente o de aplicar apenas aos árbitros da Ligas profissionais, que tinham nascido dois anos antes, esse imposto´.

António Sérgio adiantou que o Despacho Conjunto que o Governo se apresta para regulamentar deixa de fora do benefício do Regime de Bolsas (que determina a não-tributação até ao montante de cinco salários mínimos nacionais) uma larguíssima fatia dos árbitros e outros agentes desportivos da arbitragem como os chamados observadores.

Referiu ainda considerar ´uma aberração´ a pretensão do Governo, como se pretendesse ´salvar o orçamento do Estado com o que 2 000 árbitros vão auferir´, alertando para o facto das federações terem de passar a pagar 22,5 por cento de Segurança Social dessas verbas.

in record.pt

01 Setembro 2009

RTP fica com o Futsal

Por Pedro Mendonça - A Bola online

Contrato com a Federação é por duas épocas. Estação pública vai transmitir jogos no canal 2. Primeiro encontro é o da Supertaça

O Futsal português vai continuar a ter espaço na televisão. A RTP garantiu os direitos de transmissão dos jogos do campeonato, Taça de Portugal e Supertaça, válidos para as próximas duas temporadas. O acordo com a Federação Portuguesa de Futebol foi rápido, já que, os dirigentes federativos mostraram vontade de continuar a mostrar o futsal aos portugueses.

Nas duas últimas temporadas, foi a SIC a responsável pela transmissão dos jogos da modalidade, porém, este ano, a estação de Carnaxide e a Federação não se entenderam várias vezes - houve jogos que não chegaram a ser transmitidos - e no final da época, a renovação contratual não foi para a frente.
Atenta, a estação pública de televisão, viu potencial na modalidade e decidiu apostar, rubricando um contrato por duas temporadas, mas que, poderá ser estendido em qualquer altura. Além de transmitir um jogo do campeonato por semana, a RTP também irá mostrar alguns desafios da Taça de Portugal, bem como a Supertaça.

Aliás, esta última competição, que se disputa em Portimão no próximo dia 6 de Setembro, entre o Benfica e o Belenenses, já será transmitida pelo segundo canal da RTP.

31 Agosto 2009

Aquecimento dos Substitutos

A Federação Portuguesa de Futebol, através do Comunicado oficial n.º 87 de 28/08/2009, informa que a partir desta época apenas será permitido o aquecimento simultâneo de quatro jogadores de cada equipa, ao contrário dos sete de até então e, com o devido colete que os distinga dos jogadores de campo. Por enquanto esta determinação apenas é de cumprimento obrigatório nos jogos sob alçada da Federação Portuguesa de Futebol. Nos jogos da AFL, enquanto esta não aprovar esta determinação, continua tudo como antes, ou seja, todos os substitutos podem estar em aquecimento, desde que tenham vestuário que os distinga dos jogadores que estão na superfície de jogo.

28 Agosto 2009

António Cardoso Distinguido

Noticia daqui Decorreu entre 18 e 26 de Julho o 6º Campeonato da Europa Universitário de Futsal na cidade de Podgorica em Montenegro. Portugal esteve representado com uma selecção da Universidade de Coimbra que continha jogadores estudantes a actuarem alguns no escalão máximo do nosso Futsal. Como todos nós sabemos, para que estes grandes eventos tenham sucesso e se possam realizar é necessário grandes árbitros e um dos escolhidos pela organização foi o Nº1 Mundial, o Português António Cardoso. Esta escolha só vem demonstrar a todos que António Cardoso em qualquer lado é reconhecido pela sua competência e brio dentro e fora do terreno de jogo, fruto de muito empenho, honestidade, seriedade e humildade na caminhada que levou até ser o melhor do mundo da actualidade na categoria de Futsal. António Cardoso ultrapassou a histórica marca de 200 jogos internacionais durante o Campeonato e foi recompensado ao dirigir a aguardada final deste prestigiado evento terminando este Campeonato da Europa já nos 203 jogos. Por isto a organização aquando a entrega dos prémios no último dia decidiu entregar a António Cardoso e em jeito de reconhecimento pela sua brilhante carreira internacional um “SPECIAL AWARD” 200 International Matches… António Cardoso continuará a dirigir jogos Internacionais até 31de Dezembro, depois por limite de idade encerrará um ciclo vitorioso e que não esteve nem irá estar ao alcance de todos. A arbitragem ficará mais pobre mas todos se devem sentir orgulhosos por ter sido o António Cardoso que colocou a arbitragem portuguesa nas bocas do mundo e a tirou do marasmo em que estava, sendo agora reconhecida mundialmente e respeitada. Fica aqui a nossa humilde homenagem a um homem que nos demonstrou que com trabalho e empenho se consegue tudo mas, conquistar o “mundo” só está ao alcance de um lote muito restrito de árbitros. Parabéns Cardoso.

27 Agosto 2009

NAF Lisboa - PLano de Sessões - Setembro 2009

Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa

Rua Wanda Ramos, Lote 16, Loja A Dtª

1900 – 917 Lisboa

Email: naflisboa@netcabo.pt

Site: www.naflisboa.org

 

Sessões técnicas previstas para o mês de Setembro

 

Monitor residente: Joaquim Carvalho

 

Estão previstas para o mês de Setembro e inseridas no plano de actividades as seguintes acções para o FUTSAL.

 

01/09 - Preparação de Testes Escritos AFL 

08/09 - Preparação de Testes Escritos AFL 

15/09 - Análise e Respostas ao Teste AFL 

22/09 - Regulamentação AFL 

29/09 – Recomendações

 

Aparece e esclarece as tuas dúvidas.

21 Agosto 2009

Sessões Técnicas de Futsal

O Núcleo de Árbitros de Futebol de Lisboa vai iniciar arrancar novamente com Sessões Técnicas de Futsal.
As sessões serão às terças feiras, na sede do Núcleo, a partir das 21:30, sendo a primeira já no próximo dia 1 de Setembro.
Para orientar as sessões, já estão asseguradas as presenças de Joaquim Carvalho e José Padinha. Oportunamente serão divulgados outros prelectores, bem como os conteúdos programáticos.
Aparece e esclarece as tuas dúvidas.

Recomendações de Comportamento

A Federação Portuguesa de Futebol, veio relembrar as Recomendações de Comportamento dos Árbitros de Futebol e Futsal. Estas Normas foram publicadas hoje no sitio da FPF http://www.fpf.pt/portal/page/portal/PORTAL_FUTEBOL/FEDERACAO/NOTICIA?notid=6644173

Tendo por base a criação de um espaço de reflexão sobre as normas de comportamento dos juízes lusos, o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol vem por este meio relembrar as directrizes de actuação dos árbitros de Futebol e Futsal.

Com base em princípios éticos, o Código de Normas de Comportamento apresenta, para além dos aspectos técnicos da árbitragem, as principais qualidades humanas e de relacionamaento de um bom árbitro.

1- INTRODUÇÃO

 

O Futebol evolui consideravelmente nos últimos anos e a competitividade das provas aumentou. Dois elementos são indispensáveis a saúde do futebol: o nível do futebol no terreno de jogo e o comportamento dos jogadores, dos árbitros, dos treinadores, e dos dirigentes.

 

Sempre que as árbitros falham e as jogadores recorrem a simulação de faltas, lesões ou outros expedientes dilatórios, que pessoas duvidam da integridade do arbitro ou que adeptos incitam a violência e perturbam os jogos, e a imagem do futebol que fica prejudicada.

No âmbito de uma reflexão permanente sobre os sistemas de ensino utilizados para a formação de um. Árbitro de futebol, durante os cursos de árbitros temos vindo a colocar desafios pedagógicos no sentido de desenvolver normas de comportamento.

 

O nosso objectivo com este documento de reflexão e continuar a proporcionar um espaço de reflexão sobre normas de comportamento e dar o apito inicial para a criação do NC do árbitro de futebol.

Assim, para o conseguirmos, procuraremos reunir os conhecimentos da experiencia com os da teoria científica.

 

O que é a Moral?

E o conjunto de faculdades de espírito respeitante ao piano ou foro interno e ao respeito humano.

 

A Ética

ÉTICA é a ciência que estuda a moral e os bons costumes. É uma parte da Filosofia que trata da moral e das obrigações do Homem. Não considera o homem sozinho consigo mesmo, mas considera também os seus actos ao entrar em interacção com as que o rodeiam.

Não pretendemos ser normativos nem legislar um semelhante terra. Simplesmente apresentamos elementos que ajudem a conhecer, a pensar, a medir para alcançar a meta desejada.

Desejamos ter bons árbitros, nas vertentes técnica e comportamental.

 

 

2 - OUALIDADES HUMANAS E RELACIONAIS DO BOM ARBITRO:

 

Personalidade

E o conjunto das posições, impulsos, desejos, tendências instintivas e biológicas juntamente com todos os conhecimentos adquiridos através da vida.

 

Aptidões Morais

A honestidade e a compostura, decência e moderação, da pessoa, das suas acções e palavras. E a condição básica para aspirar converter-se num grande árbitro. Sem ela no pode haver equidade, objectividade, imparcialidade, e por fim justiça.

O conjunto de aptidões morais baseadas na honestidade e o que forja a conduta ética imprescindível para cada contacto, cada relação, um qualquer momento.
Consideramos que o árbitro enquanto ser humano deve ser honesto consigo mesmo, com as que dirige, com os seus companheiros, com toda a sociedade.

Honesto consigo mesmo: a partir de uma sincera autocrítica, sabendo ouvir, admitindo as seus erros e tratando corrigi-los.

Honesto com as que dirige: no tratamento respeitoso e na função. Na imparcialidade e
serenidade necessárias para resolver problemas. Com equilíbrio no procedimento e justiça n acção.

 

Exercício da autoridade

A autoridade, não deve impor-se mas sim ganhar-se, através das aptidões pessoais de cada indivíduo. Deste modo o arbitro recebe o seu poder da própria Lei do logo, e obtêm a sua fiabilidade através da designação, do Organismo competente.

Sancionar uma falta no significa humilhar, mas sim ensinar o que se deve fazer.

 

Avaliação e Decisão

Avaliar não é meramente observar. Avaliar e entender tudo o que rodeia a acção um determinado momento. Não e olhar fixamente a bola mas sim as pernas em disputa com ela, sentir a envolvente para melhor julgar.

 

Controle Emocional

É uma aptidão essencial para julgar com equidade, sem descontrole, que costuma levar a cometer injustiças difíceis de analisar, porque o coração dominou a mente. O controle emocional deve ser um objectivo permanente de toda a actividade do árbitro em cada minuto da partida, bem Como o EQUILIBRIO para desenvolver o verdadeiro exercício da autoridade conferida.

 

Humildade

E a virtude consistente do reconhecimento da própria dimensão; e despojar-se de actos de vaidade, e de autoritarismo.

 

Respeito

O árbitro devera saber ler o comportamento dos jogadores para poder intervir pronta e eficazmente e controlar a situação, de modo cortês e pedagógico.

 

Conhecimento da Lei

O arbitro no e um líder eleito pelos intervenientes no jogo, mas sim representante do Órgão Federativo. Por isso deve impor-se naturalmente pelo saber, pelo comportamento e pelo juízo das situações de acordo com os regulamentos.

 

Tratamento adequado da Disciplina e da Ordem

Isto no e mais do que a oportunidade de aplicarão dos diferentes passos disciplinares: admoestação, advertência, expulsão. Estes três elementos representam, como as luzes de um semáforo, o verde da prevenção, o amarelo da repreensão e o vermelho da exclusão do sistema ordenado em que se deve desenvolver um encontro de futebol.

 

O árbitro lidera legitimamente, pela lei e pela autoridade conferida e a aceitação dessa autoridade atinge-se através da credibilidade. Só desenvolvendo intensamente, com convirão os valores enunciados - latentes e comuns a si mesmo - impondo ele próprio o seu estilo pessoal, a autoridade emergira, sadia, limpa e absolutamente credível.

 

Tal como expressamos na introdução, no pretendemos dar receitas magicas, nem um código normativo; daremos sim, alguns elementos, valores necessários para conseguirem uma maior credibilidade.

 

3 - PRINCIPIOS ÉTICOS

 

A integridade da arbitragem reside na integridade de normas de comportamento individual de cada árbitro ou agente da arbitragem.

 

Justiça e imparcialidade – os árbitros devem estar livres de obrigações com quaisquer
outros interesses que no o do julgamento dos jogos que arbitra. As decisões influenciadas por ·preconceitos pessoais são desonestas e inaceitáveis. Os árbitros devem estar conscientes que qualquer coisa que possa conduzir a conflito de interesses, real ou aparente, deve ser evitado.

 

Dignidade e cortesia

- Os árbitros devem tratar os seus colegas e outros agentes desportivos com respeito, reconhecendo como imprópria a critica pública dos mesmos.

 

Seriedade e honestidade

- Os árbitros devem procurar eliminar da actividade desportiva as praticas que desacreditam a arbitragem.

 

Responsabilidade – De agir com rigor no desempenho das suas funções.

 

 

4 - CÓDIGO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO

 

        I.      Demonstrar respeito através de palavras e actos, para com os colegas Árbitros, Técnicos, Jogadores, Dirigentes, Médicos, Massagistas e Adeptos.

     II.      Recusar a intimidação, e a simulação de faltas ou lesões.

   III.      Defender a arbitragem e o futebol contra o racismo, a violência, a corrupção e os abusos.

  IV.      Respeitar as Regras, as Leis do Jogo, os Regulamentos, as Instruções de Fair-Play, etc.

     V.      Aceitar as classificações com dignidade.

  VI.      Procurar sempre os melhores desempenhos e comportamentos.

VII.      Partilhar os conhecimentos de modo a desenvolver a arbitragem.

VIII.      Aceitar a responsabilidade dos actos.

  IX.      Ter consciência das consequências de uma linguagem emocional e de um comportamento negativo.

     X.      Encorajar uma arbitragem técnica, correcta, sem incidentes e honesta.

 

 

18 Agosto 2009

Época Nova - Vida Nova

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…"

Fernando Pessoa

 

Muitas coisas já aconteceram na minha vida e por mais que as pessoas me digam que é normal, que tudo passa, eu sei que não é fácil ou melhor não foi fácil chegar até aqui. Mas também sei que o mais importante nisto tudo é que eu não me deixo abaterr. Fiquei triste? Sim, mas por pouco tempo, pois a vida é feita de obstáculos, muitas vezes aparentemente insuperáveis, mas, para tudo há uma saída, vivendo, aprendendo e crescendo acima de tudo. Hoje estou assim, optimista. Acredito que tudo na vida tem uma explicação. Que nada é por acaso. Que o pior já passou, e que fiquei com a melhor parte. O meu carácter continua intacto. E, tenho muito orgulho de mim.

 

03 Julho 2009

Fim de Ciclo

É oficial, no passado dia 30 de Junho terminou a minha ligação à Comissão de Apoio Técnico de Futsal da Associação de Futebol de Lisboa.
Fui membro dessa CAT durante 7 épocas, sendo Coordenador nas últimas cinco. As razões para a saida, por enquanto ainda é prematuro fazer a sua divulgação.
 
Agora vou aproveitar para descansar um pouco e estudar os convites que me tem surgido para continuar ligado ao Futsal e ao Futebol embora em funções completamente diferentes.
 

24 Junho 2009

Paulo Teixeira Lesionado

O árbitro Paulo Teixeira vai ser sujeito a nova artroscopia ao joelho direito, esta quinta-feira, pelas 13 horas, na Clínica Europa, em Carcavelos.

Mesmo com a lesão, o Paulo até teve um bom desempenho ao longo da época, acabando por ser classificado em 17º lugar. Esteve como 3º árbitro na final da Taça de Portugal em Vagos, e como 2º árbitro no primeiro jogo da final do play-off, entre Benfica e Belenenses.

Abraço Paulo e votos de rápido restabelecimento.

22 Junho 2009

X Curso de Treinadores Nível I - AFL

Teste de Leis de Jogo

 

 

  1. Quando é que a bola pode ser substituída?

A bola pode ser substituída em qualquer altura desde que o Árbitro autorize.

 

  1. O que escolhe a equipa que ganhou o sorteio?

No início do jogo ou dos prolongamentos, a equipa que ganha o sorteio escolha a baliza para onde pretende atacar. Se for para determinar o vencedor através de pontapés de grande penalidade, escolhe se pretende efectuar o primeiro ou o segundo pontapé.

 

  1. Segundo as Leis de Jogo, qual a duração do jogo a nível nos escalões de Juvenis?

Trinta minutos de tempo útil, divididos em duas partes de quinze.

 

  1. Quem é que solicita um tempo morto?

Se houver um treinador no banco é obrigatório que seja esse elemento. Se não houver treinador pode ser qualquer elemento oficial.

 

  1. Em que local é permitido aos substitutos efectuar aquecimento?

Os substitutos podem fazer aquecimento atrás dos bancos de suplentes ou ao longo da linha lateral, na zona imediatamente a seguir à área técnica e até a à linha de baliza.

 

  1. Se o executante de um pontapé de canto introduzir a bola directamente na sua baliza o que deve fazer o árbitro?

Deve mandar executar um pontapé de canto favorável à equipa adversária.

 

  1. Quando é que o jogo deve terminar por inferioridade numérica?

O jogo termina por inferioridade numérica quando uma ou ambas as equipas fiquem reduzidas a menos de três elementos.

 

  1. Na falta do cronometrista, quem controla o tempo efectivo de castigo no caso de expulsão de um jogador?

Na falta do cronometrista quem controla o tempo efectivo de castigo no caso de expulsão de um jogador é o árbitro.

 

  1. Se uma equipa não pedir um tempo morto na primeira parte, tem direito a pedir dois na segunda parte?

Não, os tempos mortos não são acumuláveis.

 

10.   Quando é que se considera efectuada (consumada) uma substituição de acordo com a Lei 3?

A substituição considera-se consumada no momento que o substituto penetra na superfície de jogo sem que existam irregularidades no processo de substituição.

 

 

 

Valorização 100 Pontos, distribuídos assim:

Pelas respostas totalmente correctas 10 Pontos

Por respostas parcialmente correctas, 6 Pontos

Por cada resposta errada, 0 Pontos

19 Junho 2009

Classificações Nacionais de Futsal

Comunicado Oficial N.: 440 Data: 2009.06.18

 

Classificações Da Época De 2008/2009

 

Para conhecimento Ggral, seguidamente se anexam as classificações aprovadas pelo plenário do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, realizado em 18.06.2009, relativamente aos quadros de Árbitros e Observadores de Futsal.

 

1.Categoria

 

1          Vítor Daniel Sousa Clemente

2          Nuno Miguel Costa Bogalho

3          Luís Miguel Aguiar Ribeiro

4          Agostinho Pires Jorge

5          António José Fernandes Cardoso

6          Francisco José Seca Parrinha

7          Armando José Ramos Cruz Carriço

8          Sandra Maria Novais Silva

9          Luís Manuel Fernandes Marques

10        Tânia Carina Araújo Teixeira Almeida

11        Hélder Torpes Costa Carmo

12        Fernando Luís Branco Serras

13        Rui Jorge Rebelo Sousa Pinto

14        Mário Fernando Lobo Silva

15        Pedro Miguel Marques Peixoto

16        Ricardo Jorge Eufrasio Silva

17        Paulo Alexandre Rosa Teixeira

18        José Pedro G. Ferreira Paraty Silva

19        José Henrique Santos Ramos

20        José Paulo Coelho Órfão

21        Vítor Manuel Pinto Rocha

22        Alípio Manuel Santos Ramos

23        Celso Manuel Pereira Luís

24        Eduardo José Fernandes Coelho

25        António Brito Oliveira Teixeira

26        Armando Jorge Veríssimo

27        Hélder Casimiro Ferreira Leal

28        Paulo Jaime Lourenço Franca

29        Leandro Miguel Ramalho Pinho Costa

30        Paulo Jorge Macau Dores Gomes

31        Pedro Gonçalo Barbosa Cirne

32        Gustavo Manuel Rodrigues Sousa

 

2.Categoria

 

1          Ruben Sotero Pinto Guerreiro

2          Nuno Ricardo Matos Oliveira

3          Sérgio Jorge Oliveira Magalhães

4          João Pedro Alves Cadete Barracas

5          Romeu Miguel Serra Afonso

6          José Carlos Quental Soares

7          Abílio José Gonçalves Bessa

8          José Manuel Santos Silva

9          Francisco Miguel Madureira Dias

10        António Jorge Ramos Pinto

11        Ricardo Alexandre Ferreira Fonseca

12        João Filipe Rala Cordeiro

13        Fernando Manuel Canas Alves

14        João Carlos Rosa Grilo

15        Paulo Jorge Costa Ferreira

16        Luís Filipe Marques Oliveira

17        João Paulo Mendes Rodrigues

18        Paulo Sérgio Silva Nobre

19        Carlos Manuel Ferreira Costa

20        Carlos Alberto Monteiro Pereira

21        Paulo Manuel Palma Rocha

22        Manuel Augusto Miranda Pinto

23        José Manuel Costa Morgado

24        Cândido Jorge Jeremias Pereira

25        Leonel José Conceição Craveiro

26        Leandro Gabriel Pedro Siopa

27        José Manuel Rodrigues Pinto

28        Pedro Miguel Jesus Bernardino

29        Alberto Manuel Matias Pereira

30        José Alberto Ferreira Gaspar

31        Isidro Pinto Vaz

32        Izaldo Rosa Barata

33        Hélder Santos Ferreira

34        Luís Miguel Guerra Santos

35        Silvério João Nóbrega Sousa

36        Paulo Jorge Fonte Oliveira

37        José Manuel Couto A. Rodrigues

38        João Paulo Jesus Ramos

39        António Manuel Correia Soares Carvalho

40        Joaquim Pinto Medeiros

41        João Paulo Dias Salgueiro

42        Hélio António Valente Rabasquinho

43        Pedro Miguel Costa Timóteo

44        Dionísio Vieira Santos

45        Pedro José Ferreira Oliveira

46        Fernando Aníbal Paz Baltazar

47        Carlos Pedro Pires Gomes

48        Mário Rui Jesus Nunes

49        Filipa Isabel Sousa Pereira Santos

Artur António Novo Silva Pereira (Doente)

 

3.Categoria

 

1          Marco Daniel Gonçalves Rodrigues

2          Valter Bruno Ferreira Martins

3          Alfredo Oliveira Almeida Andrade

4          Marco António Neto Correia

5          Nelson Carlos Ramos Melo

6          Bruno Marques Pinto

7          Ricardo Filipe Pereira Santos

8          Nuno Filipe Beleza Simões

9          Miguel Duarte Oliveira Castilho

10        Pedro Miguel Fernandes Fragoso

11        Manuel Torres Vilela

12        Nelson David Pinto Costa

13        Wilson Leonel Rosa Gomes

14        Luís Filipe Barbosa Araújo

15        Manuel Joaquim Silva Ferreira

16        Luís Miguel Teodósio Rosa

17        José Eduardo Martins Felgueiras

18        Rui Manuel Vitorio Pedro

19        Sérgio Miguel Cardoso Mendes

20        Luís Delgado Graça

21        Artur Jorge Batista Chaves

22        António Agostinho Alves Rodrigues

23        Abel Lourenço Pereira

24        Marco Filipe Ferreira Freitas Coelho

25        Pedro Miguel Raposo Batista Tome

26        Nuno Miguel Leite Presa

27        Hugo Miguel Nascimento Frades

28        Bruno Miguel Afonso Castro

29        Ricardo Jorge Duarte Casal

30        José Manuel Borges Silveira

31        Abílio Martins Costa

32        Carlos Alberto Gae Santos

33        Bruno Pedro Gil Pereira

34        Miguel Ângelo Martins Silva Rego

35        Daniel Filipe Cruz Lança

36        José Carlos Marques Coelho

37        Carlos Telmo Luís Pinto

38        Tiago Bastos Figueiredo

39        Agostinho Martins Silva

40        João António Marques Silva

41        José Luís Batista Costa

42        Sérgio Manuel Gonçalves Silva

43        Paulo José Prates Estrada

44        António Manuel Borges Fernandes

45        Eduardo Manuel Coutinho Almeida Pinto

46        Hugo António Paiva Arruda

47        Francisco Henriques Costa

48        Sérgio Luís Silva Lourenço

49        João Pedro Seco Del Vecchio Gomes

50        Carlos Jorge Dinis Abrantes

51        Acácio Augusto Pinao Ferreira

52        Gaudêncio Manuel Santos Lopes

53        Rogério Silva Dinis

54        Manuel Joaquim Ferreira Leal

55        Luís Filipe Cação Rodrigues

56        Francisco António Santos Alves

57        Sérgio Ricardo Dias Lameiras

58        Jorge Manuel Ferreira Sousa

59        Nelson Manuel Neves Mineiro

Manuel Joaquim Rodrigues Júlio (Licença Temporária)

 

Observadores

 

1          Jorge Eduardo Pereira Sequeira        

2          Mário Jorge Peixoto Teixeira

3          Luís Manuel Almeida Martins Pais  

4          Artur Manuel Francisco Fernandes  

5          José Manuel Silva Almeida   

6          António José Pincho Correia

7          Manuel Carvalho Pires          

8          Joaquim Cunha Gomes         

9          Celso Marques Magalhães    

10        José Manuel Santos Fernandes         

11        Joaquim Fernando Bonifácio

12        Firmino Augusto Henriques Lopes   

13        Joaquim Cruz Castro 

14        Maximiano Vasconcelos Barbosa     

15        Ramiro Carlos Pessoa

16        Abílio José Januário Marques           

17        Artur Manuel Rocha Dias     

18        José Leite Soares

19        Alfredo Nunes Basílio          

20        Carlos Fernando Vieira Martins       

21        António Jesus Freitas

22        João Manuel Castanheira Correia     

23        Carlos Cardoso Magalhães   

24        José Luís Marques S. Pereira Gonçalves      

25        Salvador Pina Monteiro        

26        Luís Miguel Jorge Jesus        

27        José Silva Tavares     

28        Mário Alexandre Simões Faria         

29        Fernando Manuel Marques Rodrigues         

30        Samuel Freitas Gouveia        

31        António José Soares Guerra  

32        Marco Paulo Ferreirinha Garapa       

33        José António Quinta Queimada Teodósio   

34        António Teixeira Rocha        

35        Custodio Francisco   

36        António Júlio Henriques Ferreira

37        Joaquim Vieira Martins

38        António Lopes Ferreira         

39        Amaro Francisco Forneiro Rocha     

40        Mário Jorge Conceição Burrica        

15 Junho 2009

Comunicado APAF - Declarações Sr. José Antunes

 

A APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, ao tomar conhecimento das declarações do Sr. José Antunes, Presidente da Fundação Jorge Antunes, relativas à arbitragem do jogo de Futsal entre "Os Belenenses" e a "Fundação Jorge Antunes"

realizado no dia 6 de Junho, decidiu o seguinte:


1. Lamentar tão insensatas declarações, as quais são desprestigiantes para o clube que representa bem como para a modalidade em geral, sendo ofensivas ao bom nome e dignidade dos Árbitros envolvidos;

2. Decidiu ainda enviar as referidas declarações para o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol com o objectivo de as mesmas terem o devido tratamento em matéria disciplinar;

3. Colocar o Departamento de Contencioso da APAF à disposição dos nossos associados para todos os procedimentos que entendam necessários para a sua defesa;

4. A APAF reafirma total confiança em todos os Árbitros da variante de Futsal, incentivando-os à aplicação das leis e regulamentos em vigor em prol do desenvolvimento da modalidade.


Lisboa, 12.06.2009

A Comissão Executiva
APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol

08 Junho 2009

Comunicado da Fundação Jorge Antunes

 

http://www.gdf-jorge-antunes.com/gdf/index.php?load=lermais&id_noticia=308

 

Equipa de classe traída por arbitragem vergonhosa

 

Tenho de desabafar, necessito transmitir a minha revolta e denunciar "este sistema".

Não acredito que a vergonhosa arbitragem dos dois Srs. árbitros, Rui Pinto e Hélder Carmo, ontem no Pavilhão Acácio Rosa, tenha sido somente por falta de categoria, falta de profissionalismo, falta de formação, falta de humildade ou até, porque não, falta de jeito, enfim queria arranjar mais motivos para os desculpar mas não consigo.

Não acredito que depois de uma arbitragem destas, de brincarem com todo o esforço e trabalho de uma época se consigam, caso sejam gente de bem como gosto de supor, deitar para dormir e terem um sono, a dois, tranquilo, desculpem mas se foi sem intenção eu não acredito, nem perdoo pois não sou Deus para o fazer e se o fosse também o não faria.

Começo-me a interrogar, não apenas de agora, o que poderá ter estado na base de tão lamentável actuação. Serão problemas familiares? Não acredito, porque os erros foram de ambos, só se ….

Eventualmente, poderá ser por qualquer frustração que tenham e lhes falte a "coragem" para assumirem, e a procurem esconder recorrendo à arbitragem como terapia, será?

Será que existe alguém com interesses inconfessáveis por detrás disto?

Depois do Sporting ter sido eliminado, será que querem uma final da "Mouraria"? (sem qualquer desprimor para o típico bairro de Lisboa)

Será que é esta a recompensa que vamos continuar a ter depois de 10 meses de trabalho árduo e sério?

Será que não há ninguém que ponha travão a isto?

Será que os agentes Federativos pactuam e dão cobertura a estas arbitragens?

Será que com elas desejam continuar a ser "coniventes"? Senão, porque nada fazem ou dizem?

Será que é o patrocinador que tem interesses "obscuros" na "escolha" não só dos finalistas mas também do novo Campeão?

Ou a televisão na "pessoa" da SIC?

O que será?

Alguém me pode ou quer dizer?

Porque será que esta dupla anda sempre por Lisboa?

Porque será que em 10 jogos na zona (jogos considerados grandes) de Lisboa esta dupla de "incompetentes" (única conclusão e a mais branda a tirar pelas actuações efectuadas ao longo dos jogos) arbitraram cerca de 7 vezes?

Este ano fomos humilhados em Loures contra ao Sporting e na presença de um elemento do conselho de arbitragem. Será que foi ver se fizeram bem o trabalho, que estava destinado?

E será que ontem cumpriram com o que lhes é pedido, para não dizer exigido?

Onde estava ontem a comunicação social?

A comissão de clubes, será que está contente com tudo isto?

Tinha dito e recomendado para que fizéssemos mais reuniões, e nada?

Será que é isto que queriam e desejavam?

É disto que andam a tratar?

Tínhamos dito que gostaríamos que árbitros de Lisboa pudessem arbitrar porque era melhor que estes e que outros, foi mesmo feito isso?

Tenho muita culpa, em ainda não ter feito uma exposição aos responsáveis por estas palhaçadas/encomendas mas daqui para a frente tudo será muito diferente.

Se conseguirmos e nos deixarem passar à final que tanto merecemos e se esta dupla vier apitar mais um jogo que seja irão apitar sozinhos nem que seja em directo na TV.

Tenho que dar uma palavra de apreço, pelo exemplar comportamento dentro e fora das 4 linhas, aos meus jogadores, treinadores, massagista, técnico da roupa e ao director do jogo pois foi preciso ter muito estômago para aguentarem isto.

Para mim independentemente do resultado de sábado e espero de domingo vocês são uns verdadeiros CAMPEÕES, é de louvar a vossa atitude e o campeonato que fizeram, obrigado, vocês são os verdadeiros "craques"

 José Antunes

Presidente

Grupo Desportivo Fundação Jorge Antunes

 


Já agora, dois comentários à arbitragem em dois sítios dedicados ao Futsal:


Não posso mais uma vez de deixar passar em claro o paupérrimo trabalho e a pobre exibição que estes dois senhores proporcionaram ao jogo, castigando mais uma vez o Futsal, e do qual faço questão de os apresentar Rui Pinto e Hélder Carmo. Foi inqualificável o trabalho por eles feito, sinceramente acho que necessitam de muita ajuda. Sem critérios, completamente desorientados, em lances de dúvida não acertam um, marcam faltas que não existem, deixam passar outras em claro, não se dão ao respeito, são permissivos, até com público falam, erram constantemente ao longo do jogo, assim é difícil aceitar e ter paciência, enfim mais uma tarde para esquecer. Hoje mais uma vez o Futsal saiu prejudicado. Alguém deve andar desatento ou a prestar um mau serviço ao Futsal.

in scn.com



Nota final para a exibição miserável de Rui Pinto e Hélder Carmo. Falharam em todos os lances de dúvida, marcaram faltas que não existiram, deixaram passar outras em claro, erraram na atribuição de foras e cantos, enfim uma tarde para esquecer. Hoje todos saíram prejudicados, sem dúvida que os mais prejudicados foram os espectadores, depois a Fundação e depois o Belenenses.
in futsalportugal.com



04 Junho 2009

Tudo tem um fim

No próximo dia 28 de Junho, vai terminar a minha ligação à arbitragem e à AFL. A razão para esta tomada de posição, já muita gente a conhece. O tempo dirá se foi acertada ou não. Torná-la publica, talvez mais tarde.

 

Nestes vinte e um anos de arbitragem, felizmente criei grandes amizades em todo o país, incluindo as ilhas. Tenho orgulho nisso.

 

Infelizmente também terei criado algumas inimizades, enfim…

 

Quero agradecer a todos aqueles que contribuíram para a minha formação como árbitro e como homem.

 

"Mestre" Alberto Hélder e Mário Barros, prelectores dos cursos de candidato a árbitro de Futebol e Futebol de Cinco, respectivamente.

 

Ao "Mestre" Adelino Antunes, por tudo que me ensinou ao longo destes anos.

 

Aos colegas de equipa do Futebol de Onze, Jorge Costa, José Fonseca, Paulo Vicente, Jorge Pinguinhas, Domingos Azevedo, Joaquim Rodrigues e Araújo Costa.

 

Aos colegas de equipa do Futebol de Cinco / Futsal, Jorge Costa, Costa e Silva, Rui Serra Alves, João Barreiras, Custódio Francisco, Aníbal Moutoso e Luís Fialho.

 

Aos colegas da CAT da AFL que tive o prazer de comandar nestes últimos cinco anos, Alfredo Basílio, Aníbal Moutoso, Carlos Coelho, Carlos Martins e José Campos, sem esquecer o malogrado Cabeça Gomes. A todos, muito obrigado.

 

A todos os Árbitros, Cronometristas e Observadores, pela forma como sempre me respeitaram e acataram as minhas indicações.

 

Agradecer também a todos os funcionários do Conselho de Arbitragem da AFL pela paciência com que me aturaram ao longo destes largos anos.

 

01 Junho 2009

Final da Taça da AFL

Realizou-se no passado sábado em Mafra, a Final da taça de Futsal da Associação de Futebol de Lisboa. As duas equipas proporcionaram um bom espectáculo, tendo o Rangel assumido claramente o jogo desde o inicio da partida, mas, sempre com excelente réplica do Outeirense. Nas bancadas tiveram uma agradável moldura humana, com o destaque para a claque do Rangel que esteve sempre no apoio à sua equipa galvanizando os jogadores para a vitória.
A equipa de arbitragem composta por João Rodrigues, Árbitro, Ricardo Luz, 2º Árbitro e Rui Ferraz, 3º Árbitro, esteve a todos os níveis impecável, não verifiquei nenhuma falha ao longo de todo o jogo. Com a sua brilhante actuação, sem sombra de dúvida que dignificaram a arbitragem Lisboeta e o Núcleo que frequentam. Parabéns!

27 Maio 2009

Final da Taça de Portugal

O jogo da Final da Taça de Portugal de Futsal/FUTSAGRES, entre o CF “Os Belenenses” e o SL Benfica, será disputado no dia 30 de Maio (sábado), pelas 15h00, no Pavilhão Municipal de Vagos (Distrito de Aveiro). Francisco Parrinha, (Lisboa) Eduardo Coelho (Aveiro) e Paulo Teixeira (Lisboa - 3º árbitro) serão os responsáveis pela arbitragem do encontro, que terá honras de transmissão em directo pela SIC. De acordo com o estabelecido no Artigo 5102.4 do R.P.O. de Futsal, as “formas de desempate” para o jogo da final são as seguintes: 5102.4 - Se no final de um jogo de uma prova ou fase a disputar por eliminatórias a uma mão, se verificar uma igualdade, a determinação do Clube vencedor será efectuada da seguinte forma: a) Serão os jogos interrompidos durante cinco minutos e depois prolongados por dez minutos, divididos em duas partes de cinco minutos cada, sem intervalo, mas com troca de campo; b) Se, no final deste prolongamento, o empate subsistir, apurar-se-á o vencedor por marcação de pontapés da marca de grande penalidade, segundo as disposições das Leis de jogo.

26 Maio 2009

XV Encontro Nacional de Antigos Árbitros

O XV Encontro Nacional de Antigos Árbitros irá realizar-se no próximo dia 14 de Junho no Restaurante D. Nuno, Quinta dos Penedos, Estrada de Minde, 326 - Boleiros – Fátima. Para inscrição e outras informações contactar a APAF.
INSCRIÇÕES E CONTACTOS APAF: Assoc. Portuguesa de Árbitros de Futebol Av. Almirante Reis, 4O-A-1°Esqº 1169-064 Lisboa Telfs. 218 124 849 e 218 151 846 Fax. 218 152 390 E-mail: apaf@apaf.pt

21 Maio 2009

AFL Retém Pagamentos

A Direcção da Associação de Futebol de Lisboa através da C.I. nº 9 de 20 de Maio, informa que vai proceder à retenção dos pagamentos dos prémios aos árbitros por alguns destes se atrasarem no envio dos relatórios dos jogos.

O Conselho de Arbitragem já tinha alertado em Abril para a evetualidade de haver retenção de pagamentos caso os atrasos continuassem.

Entretanto, já há arbitros a falar em "greve" aos jogos do fim de semana se os prémios não forem pagos até dia 22 de Maio.

19 Maio 2009

Acto Solidário

O jogador de Futsal do Clube Futebol de Santa Iria, RICARDO FERNANDES, de 28 anos, sofreu recentemente um grave acidente de viação e está internado no Hospital. O Ricardo foi vencido pelo sono e infelizmente foi vítima de uma lesão que o deixou (tetraplégico). A notícia foi recebida por todos, com um profundo sentimento de tristeza e angústia e para ajudar o Ricardo, Vítor Neves, membro/utilizador do site do Cantinho do Futsal lançou um desafio à comunidade Futsalesca de rifar um automóvel, através 1000 rifas no valor unitário de 1,50€, angariar fundos para ajudar o Ricardo a fazer a sua recuperação. Parabéns pela iniciativa e que sejam bem sucedidos. Eu também irei comparticipar. Quanto ao Ricardo, votos de um rápido restabelecimento.

12 Maio 2009

Nucleo da Figueira da Foz

O Núcleo de Árbitros da Figueira da Foz vai comemorar os seus 22 anos de existência. Para assinalar essa data acaba de divulgar as actividades previstas bem como as personalidades ligadas ao Futebol que estarão presentes nessas acções, onde entre outros, se destacam as presenças do Dr. Heminio Loureiro, Vitor Pereira e do Internacional Pedro Proença.

Colocação Pontapé Canto

Esta é a colocação dos árbitros para a execução dos pontapés de canto nos jogos organizados pela FIFA. Como se pode verificar, não há qualquer possibilidade do árbitro "estorvar" a acção do executante. Segundo as insdicações do Instrutor Jesus Rubio (FIFA) esta é melhor posição para os árbitros se colocarem. Nós por cá, fomos instruídos pela FPF para fazermos precisamente o contrário...

11 Maio 2009

Exames de Promoção à 1ª Categoria

Realizou-se no passado sábado o exame de promoção à 1ª Categoria Distrital da Associação de Futebol de Lisboa. Como se pode verificar, o teste vindo da Federação era bastante acessivel mas nem por isso os resultados foram brilhantes. Dos 17 árbitros classificados compareceram no exame 13 dos quais tiveram aproveitamento apenas oito.

08 Maio 2009

Classificações Finais

O Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa já divulgou as classificações finais referentes à época 2008/2009. Estão de parabéns todos os primeiros classificados, sobretudo o Nelson Santos e o Anibal Lopes que vão prestar provas de acesso aos quadros nacionais.

05 Maio 2009

Isto é Fair Play

No passado sábado dia 2 de Maio,o Conselho de Arbitragem da AFC divulgou as classificações finais da presente época ....

Quando se divulgaram as classificações finais após o tradicional almoço, apareceu na folha da 1a categoria A de Futsal como primeiro classificado o Filipe Gonçalo Santos Duarte...

Filipe Duarte quando reparou na sua penalização constactou que não estava correcta e divulgou tal facto ao seu concorrente directo que ficara no 2º lugar João Cruz,tendo então os mesmo divulgado tal facto ao Conselho de Arbitragem.

Depois verificou-se que o 1º classificado tinha nas físicas 0 em vez de ter -0.40 de penalização por ter falhado numa prova de velocidade..

Filipe já se deslocou ao Conselho de Arbitragem e foi-lhe dito que tinha sido um erro de cálculo  e recebeu um pedido de desculpas e que brevemente iria sair na circular a correcção deste facto..

Sem dúvidas algumas que a Filipe Duarte deve ser dado um Louvor pela sua nobre atitude, atitude esta de uma pessoa humilde,séria e honesta na vida e que certamente não ficaria bem consigo mesmo se não tivesse alertado para a anomalia...uma acção feita que não está ao alcance de muitos seres humanos na nossa sociedade...

Ao Filipe Duarte o nosso obrigado por ter tido esta atitude louvável e de grande homem que é e que é reconhecido por todos os que lidam com ele dentro e fora da arbitragem, que continue com a sua humildade porque é um jovem com enorme valor e para nós o melhor árbitro de futsal da AFC,certamente que oportunidades não faltarão para o mesmo ascender á categoria nacional.

in: http://arbitragemcoimbra.bloguedesporto.com/30921/Atitude-Louv-vel-de-rbitro-de-Futsal-em-Coimbra/

Aquilo que éu gostaria de ver mas que nunca passará de uma miragem era; UM TREINADOR, NUM JOGO DECISIVO E PERANTE ERRO DO ÁRBITRO QUE, NOS ÚLTIMOS MOMENTOS ASSINALA UMA GRANDE PENALIDADE INEXISTENTE, DIZER AO SEU JOGADOR ´CHUTA P´RA FORA, QUE ASSIM NÃO QUERO VENCER´...

e já agora, QUANTOS JOGADORES ACATARIAM A ORDEM?

Além disso, .. também dá para perguntar; Quantos os árbitros teriam a atitude louvável do Filipe Duarte!

Aconteça o que acontecer, o exemplo deve ser seguido! Deveria frutificar e ser a ´pedra basilar´ da credibilidade e da honestidade com que temos que viver o desporto!

Parabéns ao Filipe Duarte por este exemplo de Fair Play.

04 Maio 2009

AFL - SESSÃO TÉCNICA FUTSAL

A fim de proporcionar uma melhor preparação para os exames de promoção, realiza-se hoje 2ª Feira, uma Sessão Técnica, com inicio às 20.30 horas, nas instalações do Conselho de Arbitragem (Rua dos Fanqueiros), pelo que se convidam a assistir e participar todos os árbitros e observadores interessados. De acordo com as pautas e comunicados em devido tempo publicadas, mantêm processo classificativo com vista à promoção os seguintes elementos:

Ao Quadro Nacional de Observadores

- Anibal Guilherme Rodrigues Lopes

- Armindo Correia Vieira

- Carlos Jorge Vieira Anjos

- José António Cláudio Mariquito

- José Manuel Ramos Campos

Ao Quadro de Árbitros da 3ª Categoria Nacional

- João Miguel Marques Rodrigues

- Nelson Silva Santos

Ao Quadro de Árbitros da 1ª Categoria Distrital

- Bruno Tiago Alves Abreu  

- Carla Isabel Azevedo Monteiro

- Carlos Décio Esteves Cordeiro

- Carlos Miguel C. Nunes Silva Carvalho

- Daniel Fernandes Lopes

- Fernando Manuel Conceição Lourenço

Filipe André Caeiro Santos

Hélder Nuno Barbacena Castanho

Hugo Sérgio Silva Ferreira A. Correia

José Teixeira Ferreira Lage

- Leonardo Manuel Silva Fernandes

- Luís Álvaro Fazendeiro Sá

- Luís António Basílio Moreno

- Luís Féria Theotónio Costa Serrão

- Luís Miguel Leão Rodrigues

- Sandra Isabel Marques Santos

- Sérgio Paulo Alves Santos

 Serão prelectores na Sessão os elementos da Comissão de Apoio Técnico Alfredo Nunes Basilio e José Campos.

 

24 Abril 2009

Comunicado AFL

22 Abril 2009

Futsal - Solteiros / Casados

A Junta de Freguesia de Rio de Mouro vai realizar o jogo de Futsal, Solteiros contra Casados para as comemorações do 25 de Abril.
O jogo será realizado no dia 25 de Abril de 2009 ás 10.00h no Pavilhão da Escola Secundária Leal da Câmara. Mais informamos que as inscrições são limitadas e decorrem até ao dia 22 de Abril.

20 Abril 2009

XVII Encontro Futsal

Vai realizar-se na Vila de Marvão no próximo dia 11 de Junho o XVII Encontro Nacional de Árbitros, Cronometristas e Obervadores de Futsal e a organização estará a cargo do Núcleo de Árbitros do Norte Alentejano.
As iscrições devem ser efectuadas até ao próximo dia 1 de Junho através dos contactos:
Tel: 965022060; 964101299; 966625649; 933402299
E-mail: xviiconviviofutsal@gmail.com

Férias...

Infelizmente acabaram-se as férias...

01 Abril 2009

Teste Árbitros de Primeira Categoria - Grupo A

Realizado em 28 de Março de 2009

 

Pergunta 1 – Defina detalhadamente a posição de todos os jogadores, quando da execução de um pontapé-livre directo sem barreira.

 

Pergunta 2 – Vão ser executados pontapés da marca de grande penalidade para se encontrar um vencedor. Pode uma equipa indicar um jogador como executante dos pontapés, ainda que o mesmo não se encontrasse em jogo quando este terminou?

 

Pergunta 3 – A bola transpõe a linha lateral, mas antes que um dos árbitros assinale que a bola está fora de jogo, um jogador agride um adversário dentro da sua área de grande penalidade. Que atitude devem os árbitros tomar?

 

Pergunta 4 – São sete as faltas previstas na Lei 11 que motivam advertência. Indique cinco dessas infracções.

 

Pergunta 5 – Um jogador executou um pontapé-livre de forma rápida, tendo a bola entrado na baliza. Os árbitros não tiveram tempo de indicar que o pontapé-livre era indirecto. Que decisão devem os mesmos tomar de imediato?

 

Pergunta 6 – Aquando da execução de um pontapé da marca de grande penalidade para determinar um vencedor, a bola rebenta ao bater num dos postes ou na barra. Deve o pontapé ser repetido?

 

Pergunta 7 – Se no decorrer do jogo a bola bater na cara do árbitro principal e entrar na baliza, ficando o árbitro temporariamente incapacitado, deve o golo ser válido?

 

Pergunta 8 – Para avaliar se foi cortado um ataque prometedor devem ser considerados cinco aspectos. Indique-os.

 

Pergunta 9 - A equipa de arbitragem chega atrasada 13 minutos da hora marcada para o início do jogo. Ao chegar ao pavilhão verifica que o mesmo já está a decorrer, estando o mesmo a ser dirigido por um só árbitro oficial da modalidade. Podem os dois árbitros nomeados para o jogo, assumirem a direcção do mesmo?

 

Pergunta 10 – Quais os factores de gravidade que quando efectuadas por um jogador que entra em tacle sobre um adversário podem conduzir à sua expulsão?

 

Pergunta 11 – Aquando da execução de um pontapé-livre podem os jogadores da equipa do executante, usar simulações ou truques, para confundir os seus adversários?

 

Pergunta 12 – Quais são as funções dos árbitros na execução de um pontapé-livre sem barreira?

 

Pergunta 13 – Quais são as faltas que dão origem à sua acumulação e posterior execução de pontapés-livres sem barreira?

 

Pergunta 14 – Uma equipa já com quatro faltas acumuladas e registadas, comete duas faltas consecutivas puníveis com pontapé-livre directo, o árbitro na primeira aplica a lei da vantagem usando o respectivo sinal. Como devem agir os árbitros em seguida?

 

Pergunta 15 – Um jogador pede ao árbitro para sair da superfície de jogo pois pretendia remediar uma deficiência no calçado. Devia a árbitro permitir a sua entrada com o jogo a decorrer? 

 

Pergunta 16 – Um jogador que saiu lesionado poderá regressar à superfície de jogo por qualquer parte das linhas laterais. Quais as condições necessárias para que isto aconteça?

 

Pergunta 17 – O executante de um pontapé de grande penalidade dá um pequeno toque para o lado e um seu colega vindo de posição legal, rematou e fez golo. Como devem proceder os árbitros?

 

Pergunta 18 – Um jogador que foi mandado sair por infracção à Lei 4, reentra na superfície de jogo sem autorização do árbitro. Como deve este proceder?

 

Pergunta 19 – O Delegado de uma equipa após ter entregue a fica técnica e os cartões de identificação, antes da entrada das equipas na superfície de jogo, tem um comportamento, o qual levou o árbitro a considerá-lo expulso. Como pretende acompanhar os árbitros na identificação dos jogadores, poderá exercer esse "direito"?

 

Pergunta 20 – Em que situação um jogador deve ser advertido por uma infracção cometida durante a execução de uma grande penalidade, em tempo normal de jogo?

31 Março 2009

Teste prático para Observadores de Futsal

Realizado em 28 de Março de 2009

 

Clube A – Joaninhas

Clube B – Abelhas

Pavilhão – Miguel Torga

Prova – Campeonato Distrital de Esperanças

Jogo n.º - 011.22.321.2

Data – 28 de Março de 2009

Hora – 08.30

Resultado ao intervalo – 2-2

Resultado Final – 4-5

 

Durante o jogo tomou nota de alguns acontecimentos que ocorreram relativamente à actuação do árbitro.

Com os elementos que a seguir se descrevem, elabore o seu relatório, respeitando as instruções constantes do Guia do Observador.

 

Num jogo disputado com bastante velocidade, com alternância no marcador e resultado incerto até final, o jogo foi muito disputado pelos jogadores com poucas faltas. Também no capítulo disciplinar o comportamento dos jogadores e responsáveis pode-se considerar normal. De facto apesar das seis advertências efectuadas, três para cada equipa, por infracções técnicas, nada mais ocorreu neste capítulo, digno de registo. O público teve comportamento correcto, com um ou outro dito "espirituoso", sem ser ofensivo. A superfície de jogo estava em boas condições, a distância entre o público e as vedações, cumpriam o determinado no Regulamento de Provas da AFL.

Aos 8 minutos da primeira parte, o jogador n.º 8 do Joaninhas, dentro da sua área de grande penalidade, empurrou o jogador n.º 18 do Abelhas, o árbitro puniu a infracção fora da área de grande penalidade.

Aos 18 minutos da segunda parte, na zona central da superfície de jogo, o jogador n.º 3 do Abelhas, agarrou o n.º 4 do Joaninhas, o árbitro não puniu.

Salvo nos erros apontados, nomeadamente o erro grave, o árbitro teve uma actuação correcta, nomeadamente com boa sinalética, uso adequado do apito, correcta aplicação da lei da vantagem e boa gestão das barreiras.

Revelou autoridade natural, foi firme, mesmo quando errou. Devido à condição física e á forma pouco elegante de correr, não transmite boa imagem para o exterior.

Teve critério correcto na amostragem dos cartões amarelos, fazendo-o de forma calma e digna, com excepção feita aos 19 minutos da segunda parte, ao jogador n.º 15 do Joaninhas, em que o fez para o molho, não isolando o jogador

Não revelou boa condição física. Não teve problemas porque o jogo foi disputado com velocidade moderada. Foi pouco rápido quando tinha se sprintar. Raramente correu de costas, quanto teve várias oportunidades e necessidade para o fazer.

Não revela bom estilo de corrida, fazendo-o "atabalhoadamente".

Em situações de bola parada cumpriu com as determinações vigentes.

Teve boa colaboração com o 2.º árbitro, existindo boa partilha de responsabilidades no seio da equipa. Nos lances em que errou, o 2.º árbitro não tinha possibilidade de intervir, visto o árbitro estar muito perto dos lances e ter tomado de imediato a sua decisão. Igualmente a sua colaboração com o cronometrista foi correcta.

 

Tempo total do jogo: 78 minutos

1.ª Parte 33 minutos

2.º Parte 35 minutos    

Intervalo 10 minutos                   

 

Durante o jogo foram advertidos os seguintes jogadores:

Joaninhas – n. 6, aos 4 m. da 1.ª parte; n.º 13, aos 16 m. da 1.ª parte; n.º 15 aos 19 m. da segunda parte.

Abelhas – n.º 8, aos 10 m. da 1.ª parte; n.º 7 aos 13 m. da segunda parte; n.º 14 aos 17 m. da segunda parte.

 

 

Teste para Observadores

 

Realizado em 28 de Março de 2009

 

Pergunta 1 – O árbitro interrompeu o jogo para advertir um jogador por infracção à Lei 4. Como e onde deve o mesmo ser recomeçado?

 

Pergunta 2 – Numa jogada normal, a bola toca num dos árbitros que está junto da linha lateral mas fora da superfície de jogo. Que decisão deve ser tomada pelos árbitros?

 

Pergunta 3 – Um guarda-redes marca directamente golo na baliza adversária, servindo-se de uma parte do seu corpo que não as mãos e braços. O golo deve ser considerado válido? Justifique

 

Pergunta 4 – A bola está fora da superfície de jogo se uma das partes tocar a linha de baliza ou a linha lateral?

 

Pergunta 5 – O árbitro apita para assinalar um golo antes de a bola ter ultrapassado completamente a linha de baliza, mas imediatamente se apercebe do seu erro. Como deve ele proceder?

 

Pergunta 6 – Quais são as características das linhas de baliza que marcam a superfície de jogo?

 

Pergunta 7 – Vai ser executado um pontapé de canto. Os defensores podem adiantar-se às marcas traçadas fora da superfície de jogo a cinco metros de círculo de canto perpendicular à linha de baliza?

 

Pergunta 8 – Um jogador que vai ser substituído recusa-se a sair da superfície de jogo. Que decisão devem os árbitros tomar?

 

Pergunta 9 – Um jogador efectivo troca posição e de equipamento com o guarda-redes sem darem conhecimento ao árbitro. Como devem proceder os árbitros se o "novo" guarda-redes, joga a bola com as mãos dentro da sua própria área de grande penalidade?

 

Pergunta 10 – Um jogador que vai ser substituído tem de sair pela zona de substituições. No entanto, excepcionalmente, o árbitro pode autorizar a sua saída sem ser pela por essa zona. O que pode justificar a decisão do árbitro?

 

Pergunta 11 – Uma equipa que joga com seis jogadores sofre um golo, só nessa altura é que o árbitro apercebeu dessa anomalia. Como deve agir?

 

Pergunta 12 – Se a cor das camisolas dos dois guarda-redes for igual e se nenhum deles tiver outra de cor diferente o que devem os árbitros fazer?

 

 

Pergunta 13 – Com a bola em jogo dois jogadores adversários jogam simultaneamente a bola com as mãos. Em qualquer delas não houve motivo para procedimento disciplinar. Essas infracções contam como faltas acumuladas? Como e onde deve o jogo recomeçar

 

Pergunta 14 – O segundo árbitro pode entrar na superfície de jogo para assinalar uma falta, alinhar uma barreira ou advertir um jogador?

 

Pergunta 15 – Quem apita para dar início ao jogo, é o árbitro, o 2º árbitro ou qualquer dos dois?

 

Pergunta 16 – Um jogador, sem ser o guarda-redes, tenta evitar que a bola entre na sua baliza, jogando deliberadamente a bola com as mãos, sem conseguir o seu objectivo, visto a bola ter entrado. Como devem agir os árbitros?

 

Pergunta 17 – Um jogador impede a progressão de um adversário através de contacto físico. Que decisão devem os árbitros tomar? Não se tratou de "ataque prometedor" nem " clara oportunidade de golo". Esta infracção da Lei 11 é considerada como empurrar ou agarrar um adversário?

 

Pergunta 18 – Um jogador executa um pontapé-livre de forma rápida. Um adversário que se encontra a menos de cinco metros da bola intercepta-a uma vez que não teve tempo de se posicionar na distância regulamentar. Como devem agir os árbitros?

 

Pergunta 19 – Em situação normal de jogo, um jogador impediu o guarda-redes de lançar a bola ou de a soltar das mãos. O árbitro interrompeu o jogo, advertiu o infractor e puniu a sua equipa com um pontapé-livre indirecto. Concorda com as decisões do árbitro?

 

Pergunta 20 – É permitido os jogadores festejarem a marcação de um golo, mas a celebração não deve ser excessiva. A FIFA em "Instruções suplementares para árbitros indica que um jogador será advertido quando:

·       1 - Faz gestos de troça ou provocadores;

·       2 - Deixa a superfície de jogo para aceder à zona onde se encontra o público.

·       3 – (...)

Indique a outra situação (3) pela qual o jogador deva ser advertido.

 

26 Março 2009

VII Torneio Inter-Núcleos de Futsal

VII Torneio Inter-Núcleos de Futsal Alberto Helder – 2009
No seguimento das iniciativas anteriores, a APAF vai levar a efeito, uma vez mais, a tradicional competição/convívio entre os Núcleos de Árbitros de Futebol, que terá início previsto no dia 16 Abril de 2009.
A pré-inscrição será até ao dia 27 de Março de 2009 por email e a formalização desta deverá acontecer até ao dia 3 de Abril de 2009 às 17h30. Caso a inscrição completa da equipa não se verifique até à data referida, a equipa não participará no Torneio.
Para formalizar a inscrição da(s) Equipa(s) dever-se-á ter em conta o Regulamento do Torneio. Todos os documentos necessários para a formalização da inscrição (Ficha de Inscrição, a Ficha da Cor dos Equipamentos, etc.) estão disponíveis no site da APAF.
Para mais informações contactar a APAF Telefones: 218124849 ou 218151846
Fonte: APAF

20 Março 2009

Colóquio de Futsal

“Formação do Árbitro em Contexto Competitivo”, a “Liderança e Tomada de Decisão; Clima Organizacional; Comunicação e Análise Fisiológica em Jogo”, são os temas a abordar no Colóquio de Futsal, a realizar-se no próximo dia 27 de Março às 21 horas. Este colóquio, organizado pelo Núcleo de Árbitros de Futebol da Figueira da Foz (NAFFOZ), decorrerá no Auditório Afonso Ernesto de Barros e terá como ilustres prelectores convidados Gustavo Sousa, árbitro de 1º categoria de futsal; Orlando Duarte, seleccionador nacional de futsal; Francisco Batista, comentador desportivo de futsal da SIC e Paula Rego, coordenadora das selecções distritais da Associação de Futebol de Coimbra.

19 Março 2009

Teste Diagnóstico - 2

 

  1. Um jogador efectivo troca de posição com o guarda-redes sem darem conhecimento aos árbitros, o novo guarda-redes toca a bola com as mãos dentro da sua própria área de grande penalidade. Como devem proceder os árbitros quando se aperceberem desse facto. 

Os árbitros devem deixar prosseguir o jogo e, logo que a bola esteja fora de jogo, deverão advertir ambos os jogadores por comportamento anti-desportivo.

 

  1. Um jogador que vai ser substituído abandona a superfície de jogo, entretanto o jogador substituto antes de entrar na superfície de jogo efectua um pontapé de linha lateral, não cumprindo o processo das substituições previsto na Lei 3. É permitida esta situação? 

Não, primeiro o jogador tem que completar o processo de substituições previsto na Lei 3. O jogador deve entrar na superfície de jogo pela zona de substituições.

 

  1. Os árbitros ordenam que um jogador retire uma jóia. Passados alguns minutos os árbitros apercebem-se que o jogador continua com ela. Como devem proceder os árbitros? 

O jogador deverá ser advertido por comportamento anti-desportivo e os árbitros deverão mandá-lo sair da superfície de jogo para retirar a jóia.

 

  1. Que deve o árbitro fazer se os dois capitães de equipa chegarem a acordo em não fazer intervalo e um dos seus jogadores insistir no seu direito ao intervalo. 

Os jogadores têm direito a um intervalo e o árbitro a obrigação de o garantir.

 

  1. O árbitro apitou, mas verifica que não o devia ter feito. Pode fazer sinal com as mãos para que o jogo continue? Justifique.

  

Não, após o apito do árbitro o jogo este de imediato interrompido, por esse facto o jogo devera recomeçar com um lançamento de bola ao solo no local onde a mesma se encontrava no momento da interrupção.

 

  1. No caso do marcador electrónico possuir apenas uma função, para além do cronómetro, e ter sido também facultado ao cronometrista um marcador manual. Pergunta-se: 

a)    Onde deve o cronometrista registar as faltas acumuladas?

b)    Onde deve o cronometrista registar os golos?

 

Nesta situação;

 

a)                As faltas acumuladas deveram ser colocadas no marcador electrónico.

b)                Os golos deveram ser colocados no marcador manual.

 

 

  1. Qual deverá ser o comportamento imediato do cronometrista ao verificar que a bola do jogo ficou presa no tecto, tendo este uma bola em seu poder?

 O cronometrista deverá parar a cronometragem do tempo e aguardar que o árbitro lhe solicite a bola de reserva.

 

  1. O cronometro a utilizar devera ter mais funções que as normais de cronometragem de tempo. Com base nas leis de jogo, descreva quais e em que circunstância seja obrigatório a sua utilização?  

O cronómetro deverá possuir a função de cronometragem do tempo de jogo, das faltas acumuladas para cada equipa, nos jogos internacionais deverá ter também uma função para controlar os dois minutos de expulsão de 4 jogadores em simultâneo.

 

  1. Diga qual é o tempo de jogo dos escalões de juvenis, na A.F. Lisboa?                                                                                                                         

O tempo de jogo é 15 minutos de tempo útil ou 23 tempo corrido de relógio.

 

  1. Quais são as bolas permitidas nos jogos de seniores da 1ª Divisão de Honra da A.F. Lisboa e quais as suas características? 

As bolas permitidas são; Mikasa FSC-62 e FSC-62P, FSC-62PW, as quais terão as seguintes características:

 

v     Ser Esférica

v     Ser de Couro ou Material equivalente

v     Ter circunferência entre 62cm e 64 cm

v     Ter peso entre 400g e 440 g

v     Ter pressão entre 0,4 e 0,6 Atmosferas

 

16 Março 2009

Curso de Candidatos - Aula Prática

Realizou-se no passado sábado de manhã no Pavilhão António Ferreira, propriedade do União e Progresso da Venda Nova, a aula prática do Curso de Candidatos a Árbitros de Futsal. Os prelectores de serviço foram; Alfredo Basílio, Carlos Martins, Carlos Coelho e José Campos. A aula decorreu de forma bastante animada, tendo os candidatos demonstrado bastante interesse sobre todas as matérias.

Na parte final da sessão, os candidatos puderam ainda sentir o que é ser árbitro e ser cronometrista, quando fizeram um jogo de Futsal entre eles.

Comissão Técnica da AFL

11 Março 2009

Campeonato da Europa

Vai Realizar-se em Viana do Castelo o Torneio de apuramento para o Campeonato da Europa de Futsal, Hungria 2010. Vamos apoiar a nossa Selecção Nacional. FORÇA PORTUGAL

06 Março 2009

Santa Maria - Açores

O amigo Araújo continua a sua "saga" para fazer crescer o Futsal no arquipelago dos Açores. Ei-lo em pleno, numa acção de formação, realizada na ilha de Santa Maria.

Curso Treinadores Nível I

Segundo o Comunicado Oficial nº 90 de 6 de Março de 2009, da Associação de Futebol de Lisboa, estão abertas as inscrições para o X Curso de Treinadores de Futsal Nível I.

04 Março 2009

Teste Diagnóstico de Candidatos

O teste diagnóstico tem como objectivo verificar como estão a ser assimiladas as matérias leccionadas nas aulas teóricas. O primeiro teste foi realizado ontem e como seria de esperar, teve excelentes resultados.
  
  1. Quem é que está autorizado a solicitar um tempo morto?

Se houver um Treinador no banco é obrigatório que seja este elemento a solicitar o tempo morto. Se não houver Treinador, qualquer elemento oficial o pode solicitar.

 

  1. Quando é que se considera efectuada (consumada) uma substituição de acordo com a Lei 3?

A substituição considera-se consumada quando o substituto penetra na superfície de jogo sem que haja qualquer irregularidade no processo de substituição.

 

  1. Segundo as Leis de Jogo, qual a duração do jogo a nível Distrital nos escalões de Infantis e Escolas?

Trinta minutos de tempo útil.

 

  1. Durante o jogo a bola pode ser substituída em qualquer altura?

Não. A bola só pode ser substituída com autorização do árbitro

 

  1. Em que local é permitido aos substitutos efectuar aquecimento?

Atrás dos bancos de suplentes se houver espaço ou ao longo da linha lateral imediatamente a seguir à área técnica e até à linha de baliza.

 

  1. Na execução de um pontapé de canto, o executante introduziu a bola directamente na sua baliza. O que deve fazer o árbitro?

O árbitro deve mandar executar um pontapé de canto a favor da equipa contrária.

 

  1. Quando é que o jogo deve terminar por inferioridade numérica de uma ou ambas as equipas?

O jogo deve terminar quando uma ou ambas as equipas ficar reduzida a dois jogadores.

 

  1. Na falta do cronometrista, quem controla o tempo efectivo de castigo no caso de expulsão de um jogador?

O árbitro.

 

  1. Se uma equipa não pedir um tempo morto na primeira parte, tem direito a pedir dois na segunda parte?

Não, os tempos mortos não são acumulativos.

 

10.   O que escolhe a equipa que ganhou o sorteio?

A equipa que ganha o sorteio escolhe a direcção da baliza para a qual pretende atacar no início do jogo ou dos prolongamentos. Caso seja para apuramento do vencedor por grandes penalidades, escolhe se quer efectuar o primeiro ou segundo pontapé.

 

 

27 Fevereiro 2009

AFL- SESSÃO TÉCNICA

De acordo com o Plano de Actividades realiza-se na próxima Segunda Feira, dia  02 de Março, com inicio às 20.30 horas, nas instalações do Conselho de Arbitragem sitas na Rua dos Fanqueiros, 150-2º uma Sessão Técnica destinada a Árbitros e Cronometristas.

 

Serão prelectores da Sessão os elementos da Comissão de Apoio Técnico Alfredo Nunes Basílio e Carlos Daniel Coelho, constando do programa, entre outros os seguintes assuntos:  

- Deficiências detectadas nas avaliações  técnicas

- Instruções e Recomendações

 

Reunião AFL / APAF / Árbitros

MEMORANDUM do "ponto da situação" das REIVINDICAÇÕES

 

 

1 – Referencial

A ideia da criação de um "Referencial" para o cálculo do valor da "Deslocação" foi aceite como uma solução adequada

 

 

2 – Referencial (Site a usar)

A ideia de se seguir o SITE que foi sugerido também foi aceite (www.maisgasolina.com")

 

Contudo, haveria apenas que se saber se não haveria outro SITE melhor; como, por exemplo, o da Direcção-Geral de Energia (que é "oficial")

 

 

3 – Percentagem (%) do Referencial

Foi aceite pelo Presidente da Direcção da AFL que fosse fixado em 21% (alteração aos 20% actuais) do preço da Gasolina Super "Verde"

 

Porém, não foi aceite o valor de 24% que havia sido proposto.

 

Contudo, ficou de se "ver" se era admissível esse aumento.

Se bem que nunca para 24%.

 

Pensa-se que a AFL poderá vir a aceitar um valor superior a 21% mas nunca o de 24%.

 

Seria bom – como insistentemente lhe foi "solicitado" – que o «elástico» fosse alargado para bem mais que 21%.

 

Na próxima Reunião de Trabalho (espera-se que seja na próxima semana) o assunto haverá de ficar DECIDIDO.

 

 

4 – Distribuição dos valores das "Deslocações" pelos 3 Árbitros da Equipa de Arbitragem

Foi aceite; há apenas que elaborar a fórmula de melhor solucionar a questão (procedimentos administrativos).

 

 

5 – Período máximo de "espaço de tempo" entre 2 jogos para atribuição de uma (1) "Deslocação"

Foi aceite que se fixasse o valor de 7 horas entre 2 jogos no mesmo dia ("hora de início" oficial referente aos 2 jogos em causa).

 

A AFL afirmou que, como isso implicava que se alterasse o programa informático e que o mesmo teria de ser pedido à FPF; e, por isso, só na próxima época desportiva tal poderia ser implementado.

 

6 – Deslocações a Alcochete e Seixal

O Presidente da Direcção admitiu que é razoável a reivindicação, na medida em que não é adequado que os Árbitros, para arbitrarem em Alcochete e Seixal, venham, no fundo, a perder dinheiro.

 

É uma situação a corrigir.

 

7 – Não atribuição de "deslocação" em relação a jogos na mesma área de Residência

Foi entendido que era um direito dos Árbitros.

Se tal pagamento não ocorre, é porque se trata de uma "situação informática" (no sentido de que, como o Computador «assume» que se trata do mesmo Código Postal (o do Árbitro), pressupõe que o jogo é no mesmo Estádio ou no mesmo Pavilhão).

 

Por isso, é algo a corrigir, criando-se os mecanismos informáticos que atalhem à correcção de essa situação.

 

 

8 – Observações Técnicas

O Presidente da Direcção afirmou que seria algo inimaginável e impensável que os Árbitros fossem "prejudicados" pelo facto de estar a ocorrer a situação que deu origem à necessidade de Reunião de Trabalho.

 

O Presidente do CA afirmou que, de forma alguma, tal situação irá ocorrer e que tudo se fará para que haja a maior normalidade nesta matéria.

 

 

9 – Europeu de Surdos – Lisboa/2007

A AFL ficou de tratar do assunto referente ao pagamento aos Árbitros que ainda não receberam os prémios dos jogos que arbitram (após se efectuar a confirmação administrativa de quais os Árbitros que dirigiram os jogos – tarefa a ser efectuada pelo Sr. João Sargento).

 

 

10 – Pagamento de "Refeição" aquando da realização das Provas Físicas

A AFL aceitou que, por ser inteiramente justo, se pagasse o Subsídio de Refeição nos casos em que os Árbitros efectuassem as Provas Físicas e, de seguida, fossem arbitrar – de tarde – jogos da AFL.

 

No fundo, seria como se "as provas fossem um jogo" (realizado "de manhã") – palavras do Sr. Presidente da Direcção da AFL

 

 

11 – Dias e horas das Inquirições nos processos disciplinares

A AFL vai cuidar de se "evitar" que a inquirição dos Árbitros (nos casos em que são "ofendidos" – quando foram agredidos durante o jogo) seja feita em hora que não "permita" que os Árbitros tenham que se «deparar» com os Agentes desportivos agressores (e que são arguidos no mesmo processo).

 

 

 

II – SOLICITAÇÕES da AFL

 

 

A AFL aproveitou a oportunidade para comunicar o seguinte:

 

12 – Atrasos na entrega dos relatórios dos Jogos

A AFL manifestou, de novo, a sua insatisfação pelo facto de os Relatórios dos jogos continuarem a ser entregues, na AFL, por alguns Árbitros, muito para além dos períodos de tempo que estão fixados nos Regulamentos.

 

Mais salientou que é inaceitável que os Árbitros não enviem os resultados dos jogos à AFL e, curiosamente, um conhecido SITE às 19h preste a informação acerca dos mesmos (quando a AFL não os conhece ainda).

 

Mais salientou que é ajustado que os Árbitros cumpram as Normas, já que o seu não cumprimento prejudica, no fundo, entidades várias, nomeadamente os Clubes.

 

 

13 – Entrega de um I-Pod aos Árbitros

A AFL afirmou que está a pensar em estudar a hipótese de ser entregue um aparelho de trabalho aos Árbitros; tudo em moldes ainda e estudar, detalhadamente.

 

 

 

Lisboa, 26.02.2009

APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol,

António Sérgio

Núcleos de Árbitros de Futebol

Agostinho Correia e Pedro Pereira

 

 

COMUNICADO APAF

 

 

 

  1. Realizou-se hoje, dia 26.02.2009, na Sede da AFL, uma REUNIÃO de TRABALHO entre a APAF (presente o seu Presidente: António Sérgio) e Núcleos de Árbitros de Futebol (Agostinho Correia, NAF de Lisboa) e (Pedro Pereira, NAF de Sintra) e a AFL (Presidente da Direcção: Dr. Carlos Ribeiro, Vice-Presidente da Direcção: António Silva e Tesoureiro: Laureano Nazaré), Presidente do Conselho de Arbitragem (José Vital), Secretário-Geral da AFL (Armando Carmezim) e Chefe de Serviços do C. A. da AFL (João Sargento).

 

  1. Toda a Reunião decorreu em clima de perfeito e saudável diálogo, podendo considerar-se, quer global quer especificamente, muito profícua;

 

  1. Com excepção do montante da "percentagem" quer servirá de Referencial para a fórmula do cálculo do montante da "Deslocação" – relativamente ao qual se aceite um valor superior ao montante actual mas sem que se tenha, porém, sido aceite o valor que foi proposto pela APAF – das demais revindicações apresentadas pelos Árbitros, através dos seus legítimos representantes, todas foram, em geral, bem acolhidas, por serem razoáveis e atendíveis;

 

  1. E, por isso mesmo – e sem prejuízo de uma análise mais cuidada dos procedimentos a serem seguidos – iriam ser "tratadas" pelos Serviços da AFL;

 

  1. Para uma análise mais cuidada e aprofundada e "acerto" quando à mencionada "percentagem", ficou, contudo, agendada a realização de uma nova Reunião, se possível antes do final da próxima semana;

 

  1. Face ao clima de bom entendimento criado pela Direcção e pelo Conselho de Arbitragem, da AFL, confia-se que venham a ser atingidos os grandes objectivos dos Árbitros: por um lado, instituição de um permanente canal de diálogo com a AFL e, por outro, uma melhoria significativa das suas Condições de Trabalho;

 

  1. Por tudo isto, e também como prova da boa fé dos Árbitros e de que estes estão sempre disponíveis para colaborar com a AFL, a APAF aconselha vivamente todos os Agentes da Arbitragem, nomeadamente os Árbitros, a, como sempre o fizeram, colocarem-se à plena disposição do seu Conselho de Arbitragem.

 

 

 

Lisboa, 26.02.2009

APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol

 

 

Procedimento na 5ª Falta

Para esclarecer as dúvidas relativamente à actuação do cronometrista quando uma equipa atinge a 5ª falta acumulada.

 

Após ter sido assinalada a falta e um dos árbitros ter efectuado a respectiva sinalética de pontapé livre directo, o cronometrista de imediato faz soar a buzina para indicar ao árbitro que essa equipa atingiu a 5ª falta acumulada, independentemente de o árbitro ter entrado ou não na superfície de jogo.

 

26 Fevereiro 2009

Árbitros de Lisboa mantêm greve

Associação de futebol de Lisboa e APAF reúnem-se hoje para encontrar soluções

Os juízes dos campeonatos distritais de Lisboa vão manter o pedido de dispensa para os jogos do próximo fim-de-semana, independentemente dos resultados da reunião de hoje entre a Associação de Futebol de Lisboa e a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF). "A reunião é uma forma de pressão. Havendo ou não fumo branco, vamos manter a dispensa de forma a marcar uma posição", disse ao CM um juiz que solicitou o anonimato.

A reunião de hoje já originou a anulação de alguns pedidos de dispensa, facto que, de acordo com as fontes contactadas, não irá "esmorecer a forma de protesto contra o valor pago às equipas de arbitragem por quilómetro, contra a justiça na divisão do valor das deslocações e atrasos em alguns pagamentos de 2007".

António Sérgio, presidente da APAF, salienta, por seu turno, que os árbitros "não estão a ser sensatos, porque não foram esgotadas todas as formas de diálogo".

O CM soube, ainda, que o Conselho de Arbitragem (CA) da FPF está a pressionar os juízes para que suspendam o pedido de dispensa. O CA está a usar como argumento o facto de os árbitros não terem as observações necessárias para entrarem no processo de classificação para subida ou descida de divisão na próxima temporada.

A greve irá afectar jogos dos distritais de Lisboa, campeonatos jovens e algumas partidas das II e III Divisões.

 

23 Fevereiro 2009

Teste Regulamentar para Árbitros

Realizou-se no passado sábado na Escola Miguel Torga em Massamá mais um teste Regulamentar para árbitros de 1ª Categoria Distrital. Como se pode verificar, o teste era bem acessivel.

17 Fevereiro 2009

Árbitros da AFL podem parar

Noticia aqui: http://www.scn.pt/futsal/noticia.php?menu=5&id=6xZwoF8bu32

 

Os árbitros de futebol e futsal da Associação de Futebol de Lisboa não se conformam com a decisão de baixar o valor pago por kilómetro de 0,29€ para 0,22€.


Como não consideram justo esta baixa o valor recebido, os árbitros ponderam apresentar dispensa para os jogos a realizar no fim de semana de 27 de Fevereiro a 1 de Março.


Caso isso se venha a confirmar os jogos deverão realizar-se à mesma, ainda que tenha de ser organizada pelas duas equipas a forma de arbitragem das partidas de acordo com os regulamentos.

13 Fevereiro 2009

Curso de Treinadores Nivel I

Prelectores do ultimo Curso de Treinadores de Futsal NÍvel I leccionado pela Associação de Futebol de Lisboa. Dos quarenta e oito candidatos, foram aprovados 44.

Da esquerda para a direita; José Louçã, Joaquim Carvalho, Ricardo Carmezim, Vítor Tolda, Paulo Fernandes, Vítor leite e Dr. João Pacheco.

Curso Candidatos Árbitros - AFL

Iniciou-se ontem nas instalações do Conselho de Arbitragem da AFL mais um Curso de Candidatos a Árbitro de Futsal. De lamentar que dos 28 inscritos apenas compareceram na 1ª aula 13 candidatos.
Tal como prometido, cá está o programa do curso.

03 Fevereiro 2009

Teste Zona Sul

30 Janeiro 2009

Comunicado Oficial 18 do CA da AFL

Tendo surgido duvidas acerca do assunto, para conhecimento de todos os Árbitros, Cronometristas, Observadores e demais interessados se comunica o seguinte:

 

1 - BANCO DOS TÉCNICOS

Podem ser autorizados a permanecer entre as linhas de demarcação do rectângulo de jogo e a respectiva vedação, bem como ocupar o Banco dos Técnicos, os seguintes elementos:

 

 2 Delegados

 Treinador
 Médico

 Enfermeiro ou Fisioterapeuta ou Massagista

 Jogadores suplentes até ao máximo de sete (7)

 

Um dos Delegados ao jogo poderá ser substituído no banco pelo Treinador Adjunto, Preparador Físico ou Secretário Técnico, mantendo-se, porém, o número estabelecido de doze elementos que podem permanecer no banco.

 

Os jogadores após terem sido substituídos podem permanecer no banco dos técnicos, quando equipados ou em fato de
treino.

 

 

No caso de comportamento anti desportivo passível de advertência ou expulsão destes jogadores, o árbitro deverá fazer uso dos cartões amarelo e vermelho.

 

2 - FICHAS TÉCNICAS

Nas Fichas Técnicas as tarjetas com o código de barras referentes ao Enfermeiro ou ao Fisioterapeuta devem ser colocadas no local destinado ao Massagista.

 

Lisboa, 28 de Janeiro 2009

 

 

AFL - Curso de Candidatos

Vai ter inicio no próximo dia 12 de Fevereiro, caso o número de inscrições o justifique, mais um Curso de candidatos a àrbitros de Futsal na Associação de Futebol de Lisboa. Logo que esteja confirmada a sua realização, publicarei o respectivo programa.

Teste Observadores FPF

23 Janeiro 2009

Teste Zona Centro

20 Janeiro 2009

Dirigente suspenso 2 Anos

Castigo exemplar aplicado pelo C. Disciplina da AFL ao dirigente do Olivais que agrediu o árbitro Nuno Costa, no jogo com o Núcleo de Sintra. A indemnização ao árbitro por danos, foi simplesmente insuficiente.

Novo C. A. da AFL

Tomou posse no passado dia 9 de Janeiro o novo Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa. Eis a sua composição: Presidente - JOSÉ LUIS DIAS VITAL Vice-Presidente - CARLOS MANUEL PINHEIRO SALES Vice-Presidente - VASCO ALMEIDA RODRIGUES Vogal - EUGÉNIO CRUZ CARMO Vogal – ANTONIO CARLOS CARDITA SOBRAL Vogal - JOSÉ MANUEL RIBEIRO SANTOS Vogal - ANTÓNIO ANIBAL GRAZINA MOUTOSO Mensagem do novo Presidente, José Luis Vital

09 Janeiro 2009

Mensagem de fim de mandato

Mensagem de fim de mandato do Sr. Adriano Filipe, Presidente Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa.

02 Janeiro 2009

Cardoso Distinguido

O árbitro Internacional António Cardoso foi distinguido pelo Futsal Planet como o melhor árbitro do ano de 2007. De lamentar que estes reconhecimentos só acontecem a nível internacional. Porque será que a nível interno o António Cardoso continua a ser um "Proscrito"?
Parabéns Amigo por mais esta valiosa distinção que embora tenha chegado tarde, mas, mais vale tarde que nunca.

16 Dezembro 2008

Deixem os Árbitros trabalhar!

Encontrei isto por acaso no Forum do Cantinho do Futsal e perante estas letras escritas pelo capitão dos Escorpiões, tinha que enaltecer a sua personalidade ao assumir os seus erros em vez de os justificar com terceiros.  
 
"Deixem os arbitros trabalhar,já chega de bater sempre nos mesmos"
"Boas pessoal, não quero ser advogado do diabo mas acho que ultmimamente temos justificado os nossos desaires(todas as equipas) com o trabalho das equipas de arbitragem, dou vos um exemplo esta semana a minha equipa não ganhou e sabem de quem foi a culpa foi nossa, acham que eu de baliza aberta queria falhar , não mas falhei , logo a seguir falhei mais duas bolas sozinho, eu não acredito em erros propositados mas sim involuntarios , por isso digo deixem os ARBITROS trabalhar porque acreditem é muito dificil ser arbitro.
Abraços a todos
Quim Nº 8 Capitão dos escorpioes"

Parabéns por esta atitude. Pena que não seja exemplo para outros.

Sessão Técnica

De acordo com o Plano de Actividades realiza-se na próxima Quarta Feira, dia 17 de Dezembro, com início às 20.30 horas, nas instalações do Conselho de Arbitragem (Rua dos Fanqueiros, 150-2º), uma Reunião Técnica destinada a Árbitros do Quadro Nacional e respectivos Cronometristas.

 

Serão prelectores da Reunião os elementos da Comissão de Apoio Técnico Alfredo Nunes Basílio e Joaquim Reis Carvalho, constando do programa, entre outros os seguintes temas:  

- Anomalias verificadas em jogos observados

- Instruções e Recomendações

- Dúvidas

 
A sessão está igualmente aberta aos restantes árbitrois que eventualmente queiram comparecer.

12 Dezembro 2008

Espírito Desportivo

  1. Ter espírito desportivo é, em primeiro lugar e acima de tudo, observar estritamente todas as regras. É procurar nunca cometer deliberadamente uma falta.
  2. Ter espírito desportivo é respeitar o árbitro. A presença do árbitro ou do júri revela-se essencial de todas as competições. O árbitro tem um papel difícil a desempenhar. Ele merece inteiramente o respeito de todos.
  3. Ter espírito desportivo é aceitar todas as decisões do árbitro sem por em causa a sua integridade.
  4. Ter espírito desportivo é reconhecer com dignidade a superioridade do adversário na derrota.
  5. Ter espírito desportivo é aceitar a vitória com modéstia e sem ridicularizar o seu adversário.
  6. Ter espírito desportivo é saber reconhecer a boa actuação e os bons desempenhos do seu adversário.
  7. Ter espírito desportivo é querer competir na igualdade com um oponente. É contar apenas com o seu talento e habilidade para tentar obter a vitória.
  8. Ter espírito desportivo é recusar ganhar através de meios ilegais e violentos.
  9. Ter espírito desportivo, para o árbitro, é conhecer bem todas as regras e aplicá-las com imparcialidade.
  10. Ter espírito desportivo é manter a dignidade em todas as circunstâncias. É demonstrar que temos domínio sobre nós mesmos. É recusar que a violência física ou verbal tome conta de nós.

Convenção de Arbitragem

Pois é, o Futsal continua a ser o parente pobre do Futebol!
Mais um evento que passou ao lado...
A UEFA – na pessoa de um dos responsáveis para a área da arbitragem, o suíço Francesco Bianchi – está em Portugal para analisar qual a organização da arbitragem lusa, como está ser feita a formação e que projectos existem para este sector. A visita enquadra-se no processo de candidatura encabeçada pela Federação Portuguesa de Futebol e que tem como objectivo tornar o nosso país num dos signatários da Convenção de arbitragem da UEFA, um projecto “que visa a uniformização da formação, do recrutamento e da retenção dos árbitros” a nível europeu, segundo explicou ao Portal do Futebol o coordenador indicado pela FPF para conduzir a “bom porto” esta adesão, Nuno Castro. “A ideia é que existam parâmetros e requisitos mínimos que sejam cumpridos pelas Federações Nacionais para que o desenvolvimento e melhoria geral da arbitragem sejam uma realidade. Neste momento, já assinaram a Convenção 17 Federações, estando outras 32 – entre elas Portugal – em processo de adesão”, prosseguiu o ex-árbitro e actual observador e colaborador da FPF para a área da formação. Agradado com o que viu e ouviu, Francesco Bianchi não tem dúvidas em referir que Portugal tem todas as condições para, “dentro em breve”, integrar a Convenção de arbitragem do organismo máximo do futebol europeu. “Pessoalmente, estou muito satisfeito com aquilo que encontrei aqui em Portugal. Os responsáveis da arbitragem estão preparados para trabalhar no sentido de melhorar os pontos que necessitam de ser limados e é um óptimo indício a sua predisposição de quererem fazer mais e melhor”, referiu aquele responsável. “Ontem [segunda-feira] tive uma reunião muito produtiva com Carlos Esteves [Presidente do Conselho de Arbitragem da FPF] e Vítor Pereira [líder da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional], durante a qual abordámos a organização da arbitragem em Portugal, quer no plano geral, quer no que diz respeito às especificidades dos árbitros de elite e ao sistema implementado para os observadores de árbitros. Estudámos, ainda, a possibilidade de implementar um programa de mentores e talentos e concordámos que será necessário promover um maior acompanhamento dos jovens árbitros”, prosseguiu Francesco Bianchi. Esta terça-feira, Bianchi esteve reunido na Sede da FPF com Nuno Castro, Jorge Pombo (Coordenador do Gabinete de apoio técnico da FPF) e João Aragão e Pina (LPFP) para discutir, entre outros temas o recrutamento e retenção de árbitros. “Em muitos países, assiste-se ao problema de se perderem muitos árbitros, depois de dois ou três anos de actividade. Isto acontece, ou porque juízes estão desiludidos, ou porque sentem que não são suficientemente apoiados. E neste processo acabamos por perder muitos árbitros com enorme potencial, pelo que temos de estudar formas para que tal não aconteça com tanta frequência e esse é, precisamente, um dos propósitos da Convenção de arbitragem da UEFA”, rematou aquele responsável.

10 Dezembro 2008

Observar um Árbitro é uma Arte

O papel do observador na estrutura da arbitragem, é de relevante importância. Contribui definitivamente, para a formação do árbitro.

 

O seu trabalho em forma de relatório, destina-se ao Conselho de Arbitragem, servindo de referência para aquilatar as potencialidades do árbitro e a sua forma no momento.

 

Simultaneamente, é enviado ao árbitro que o utilizará para melhorar ou manter a sua performance.

 

Daí o cuidado do observador na sua elaboração e conteúdo.

 

O Observador de árbitros é a pessoa a quem se atribui a missão de analisar e classificar o trabalho dos árbitros no desempenho da sua função de dirigir um jogo de Futsal.

 

Compete-lhe elaborar um Relatório Técnico que deve expressar, o mais objectivamente possível, o trabalho por eles desenvolvido durante o jogo.

 

O Relatório Técnico tem por finalidade:

 

         Pontuar os Árbitros com vista à sua classificação no final de cada época;

         Elucidá-lo sobre as suas actuações e os seus erros permitindo-lhe a possibilidade de formação contínua e aperfeiçoamento constante.

 

Isto torna a função do Observador de enorme responsabilidade, devendo esforçar-se por conseguir um juízo tão perfeito quanto possível sobre as capacidades do árbitro no presente e as suas possibilidades futuras.

 

O Observador deverá ser muito consciente e com um espírito de justiça muito profundo.

 

Deverá saber reconhecer quando o árbitro controla perfeitamente o jogo e julga com o máximo de objectividade.

 

As suas observações não devem ser consideradas negativamente, devendo conceder ao árbitro o benefício da dúvida sempre que, em matéria de facto, as decisões resultem de um critério de apreciação pessoal, mas, em contrapartida, ser rigoroso nos casos em que as Leis sejam fortemente violadas.

 

Ao Observador compete-lhe única e exclusivamente observar a actuação da equipa de arbitragem, ficando-lhe absolutamente vedado contactá-la antes, durante ou no fim do jogo, devendo, pelo contrário, manter-se o mais anónimo possível.

 

Também se recomenda que não deve comentar a actuação dos árbitros, quer esteja ou não em missão oficial.

 

O Observador também ajuda na Formação do Árbitro e esta formação incide sobre seis aspectos fundamentais:

 

         Conhecimento das leis do jogo

         Regulamentos

         Técnicas de arbitragem

         Disciplina

         Condição física

         Factores de personalidade

 

Com a imagem da personalidade do árbitro, cria-se no nosso espírito observador.

 

  • Honestidade.
  • Imparcialidade, decoro e rectidão
  • Rigor técnico e civismo

 

Metodologia da observação

 

O observador deve utilizar em primeira instância, a percepção visual dos movimentos do árbitro, através de rápidas filmagens visuais.

 

O observador tem que avaliar em poucos segundos, se o árbitro agiu correctamente ou não.

 

Para isso o observador tem que dominar, as leis do jogo e regulamentos, saber se o árbitro os aplica, no tempo e momento certo.

 

Deve também compreender as complicações sucessivas do jogo.

 

Assim:

 

Saber observar é um dos principais objectivos, que o observador deve propor-se atingir, porque:

 

(Olhar é muito diferente de observar)

 

O nível da avaliação global deverá reflectir a imagem da actuação do árbitro e será obtida através da avaliação detalhada dos capítulos onde se descrevem os aspectos quantitativos e qualitativos.

 

As notas devem ser atribuídas com o máximo rigor, pois a avaliação incorrecta, pode levar o árbitro a cometer repetidamente os mesmos erros.

 

Lembrem-se que as notas "Excessivamente Bondosas" podem beneficiar árbitros que na realidade não merecem.

 

Pelo contrário, as notas "Excessivamente Rigorosas" podem prejudicar árbitros, causando falta de estímulo.

 

Sejam o mais justos possível na avaliação, pois só assim teremos os melhores árbitros com as melhores classificações.

 

Não se deixem cair no "erro de tendência central", no qual os Observadores atribuem as notas em volta da média, evitando comprometer-se com os resultados e classificações.

 

Evitem o "erro padrão", no qual os observadores estabelecem padrões muito altos para os árbitros mais categorizados muito baixos para os menos categorizados.

 

Evitem o "erro de halo", causado por sentimentos de simpatia ou antipatia e que faz com que o observador seja mais ou menos rigoroso.

 

Todos estes erros podem ser minimizados se o observador tiver noção da sua tarefa e se disciplinar na observação rigorosa dos itens a serem avaliados.

 

 

05 Dezembro 2008

DECÁLOGO DO ÁRBITRO

Os dez mandamentos que fazem a distinção entre um Árbitro e alguém equipado como um Árbitro

 

1. Estuda e compromete-te pessoalmente a manter-te informado das leis e regulamentos da arbitragem.

2. Tem sempre presente que a boa condição física é fundamental ao bom desempenho da tua missão.

3. Assegura-te de que o teu comportamento está conforme com os princípios de um juízo correcto.

4. Mantém um comportamento marcante, digno e personalizado junto dos teus directores, bem como dos dirigentes dos clubes.

5. Sê seguro, categórico e cortês na direcção da competição.

6. Condena o comportamento não desportivo e promove o respeito mútuo.

7. Mostra-te sempre disponível para incentivar, motivar e esclarecer os colegas mais novos, agora iniciados na função.

8. Não critiques publicamente o colega em actuação e dissuade outros de o fazer.

9. Aceita as observações técnicas de forma aberta, visto que o seu fim resulta da observação de uma terceira pessoa ao teu desempenho, e pode contribuir para o teu aperfeiçoamento técnico.

10. Faz das críticas motivo de auto-análise e reflexão, em vez de te mostrares indignado e relutante ou vaidoso.

 

28 Novembro 2008

Qualidade técnica dos árbitros e a relação com entre agentes

 
Antes de darmos início ao debate de um tema sensível é necessário fazermos algumas explicações prévias:

1º O objectivo desta peça não é atacar quem quer que seja, nem árbitros, nem FPF, nem qualquer outro agente. Prova disso o facto de não serem especificados nomes ou situações demasiado especificas.

2º Ao longo dos tempos os agentes da modalidade dizem que se deve falar a uma só voz, com os clubes unidos. Não temos a ideia que foi isso que fizemos, mas pelo menos todos os treinadores disseram a sua opinião.

3º Esta peça não é de todo um assunto acabado, falta ouvir muitas pessoas, árbitros, dirigentes, FPF e jogadores.


Assim, começos pela nota introdutória. Alípio Matos proferiu declarações no final do jogo frente ao Modicus criticas que levaram a que um processo lhe tivesse sido instaurado. Nas suas palavras (que podem ser encontradas no arquivo de notícias do FutsalPortugal, ou na ficha do referido jogo), podia-se retirar duas grandes ilações.

1- Há árbitros sem categoria para apitar na primeira divisão

2- Há situações de arrogância e falta de educação entre agentes a modalidade.

Dois temas que cada vez estão mais na ordem do dia e que requerem um debate cuidado, a frio e no qual tudo seja feito no sentido dos interesses da modalidade serem salvaguardados. Acreditamos que assim podemos dar um grande salto.

Com esse intuito fizemos 3 perguntas, que serão depois feitas a outros agentes, com as devidas diferenças.

1 - Há árbitros sem categoria para apitar na Primeira Divisão?

2 - Teve alguma experiência de árbitros arrogantes ou mal-educados?

3 - O que se pode fazer para melhorar o nível?

Aqui ficam as reacções de forma completamente aleatória.

JOAQUIM BRITO - FREIXIEIRO

1 - Sim

2- Sim

3- Dimunir o número de árbitros de primeira categoria. Retirar poderes ao observador em relação ao trabalho do árbitro. Os árbitros estão demasiado preocupados com aspectos miúdos do jogo (a camisola por fora dos calções, os coletes dos suplentes ou onde o jogador bebe água) do que com as questões técnicas. No fundo, os árbitros sabem que são penalizados por aqueles aspectos que aos treinadores e ao próprio jogo em si são insignificantes, mas em relação às questões técnicas não são penalizados. Por isso, há este constante desentendimento entre os árbitros e os restantes agentes.


ANDRÉ LIMA - BENFICA

1 – Existe em todas as categorias pessoas menos preparadas. Nesta altura, antes de um jogo do Benfica, costumo dizer "vamos ver se temos sorte no que nos calha". Penso mesmo que são menos os árbitros bons do que os maus.

2 – No início da minha carreira como jogador sentia mais. As coisas estão a melhorar, mas julgo que os árbitros não estão a acompanhar a evolução da modalidade. Por exemplo, no final do jogo com o Freixieiro, dirigi-me a um dos árbitros e perguntei: "Não seria bom ter vindo à UEFA CUP para ver como se apita? Ele respondeu: "Eu vir aqui? Não ia aprender nada". Isto demonstra um pouco que há árbitros que não têm muito interesse em evoluir.

NUNO DIAS  - INSTITUTO

1 – Em termos técnicos parece-me que temos árbitros bons. Em termos pessoas e de relações humanas, há árbitros que não são bons. Não são capazes de manter um diálogo e isso tem a ver com o facto de eles não terem conhecimento do jogo e nunca terem estado do lá de cá. Eles às vezes dizem que devíamos estar na posição deles, mas eles também deviam estar na nossa para perceberem que às vezes há desabafos que não são feitos por mal, apesar de inadequados. Por exemplo, Será que sair um metro da zona técnica é motivo para advertência? É uma questão de bom senso. Nos cursos, os treinadores têm aulas sobre as leis de jogo, mas será que os árbitros também têm aulas de metodologia de treino?

2 – Claro que sim. Eu tento ser educado, mas por vezes há árbitros que não nos respeitam. Já tive casos que não fui respeitado nem como treinador, nem como pessoa.

3 – Tem a ver com a maneira de cada um ser. Há árbitros e árbitros. Os que não são capazes de conversar não são bons árbitros. Uma forma de melhorar era que eles percebessem melhor o nosso ponto de vista, que percebessem o nosso esforço ao longo da semana e fizessem um esforço para compreender a nossa dedicação.

RICARDO LOBÃO - SASSOEIROS

1 – Como em todas as classes no futsal existem os que têm mais qualidade e os que têm menos qualidade. A arbitragem não foge à regra.

2 – Eu já senti isso, mas não posso catalogar todos os árbitros. Existe uma pequena panóplia de árbitros que para se defender reage dessa maneira, mas de maneira alguma posso classificar a classe dessa forma.

3 – É preciso percebermos todos que os protagonistas devem ser os atletas e deve haver respeito entre todas as partes. Muitas vezes, na classe da arbitragem há uma pequena elite que quer o protagonismo. Se todos percebermos que os jogadores é que são os artistas as coisas podem evoluir.

ARTUR PEREIRA - MOGADOURO

1 – Erram como nós.

2 – Sim.

3 – Maior profissionalismo por parte dos árbitros, mais cursos, mais pedagogia. Mas os árbitros não são todos iguais. E não são os maus da fita. O exemplo tem de vir de cima. O Futsal precisa melhorar a nível organizativo. Falta autonomia ao futsal para poder tratar essas coisas. Temos de pensar que, neste momento, o futsal não está bem porque somos o parente pobre do futebol 11 e enquanto assim for não resolvemos as nossas coisas.

PAULO TAVARES - FUNDAÇÃO

1- Melhoraram mas há equipas a mais e algumas não têm qualidade para apitar, nomeadamente, em termos de relacionamento com os outros agentes da modalidade, e, por isso, são arrogantes e prepotentes. São poucas duplas, mas ainda existem.

2 – Já tive. Cada vez menos. A arbitragem evoluiu. Este ano já passei por uma má experiência.

3 – Diminuir duplas; alguém responsável estar mais atento a formar as duplas e explicar que os tempos mudaram e hoje deve-se dialogar porque estamos todos no mesmo barco.


DAVIDE SOUSA - ODIVELAS

1 – Como em tudo. Há bons jogadores, bons treinadores, maus jogadores, maus treinadores. E os árbitros são iguais.

2 – Não

3 – Treinarem-se e actualizarem-se como os jogadores e os treinadores.

LUÍS ALMEIDA - MODICUS

1 – Completamente. O quadro de árbitros deve ser encurtado e espremer ao máximo os que têm qualidade; a observação tem que perceber o conteúdo do espectáculo e não estar preocupada com pormenores que são a causa da preocupação de quem está a apitar. E são esses pormenores, que não tem influência no jogo, com que os árbitros estão preocupados. Por outro lado, muitas vezes estão a ser observados por pessoas fracas, alguns foram maus árbitros que estão a condenar árbitros, que até têm qualidade, porque dão mais importância a pormenores.

2 – Estamos a passar por uma atitude de prepotência e não estamos a conseguir dominar essa situação porque sentimos que as pessoas não nos dão espaço para debater. Já me acontecerem variadíssimas situações de arrogância, mas nós não nos podemos insurgir porque senão somos penalizados e estão-nos a inibir perante a modalidade. Há pessoas atentas e com o objectivo de prejudicar as carreiras dos treinadores.

JOSÉ LUÍS - FUNDÃO

1- Sim há algum excesso de árbitros, isso implica que haja menos qualidade também por parte de quem apita, é uma situação que o conselho de arbitragem deveria rever de forma breve.

2- Casos extremamente pontuais, aquilo que se tem passado no que toca a mim e à minha equipa tem sido o respeito mutuo, só assim as coisas conseguem andar. Há situações pontuais que levaram a alguns castigos, por exemplo o ano passado fui expulso na deslocação a Loures, com alguma injustiça, mas nunca faltei ao respeito ao árbitro nem vice-versa. Se há situações de falta de respeito, elas não deveriam acontecer e só se dão porque há comportamentos incorrectos de ambas as partes.

3 - O importante aqui era uma reunião entre a arbitragem e os agentes desportivos. A nível da arbitragem se houvesse uma redução do número de árbitros da primeira categoria a qualidade da arbitragem iria subir, essa seria das soluções, a outra era tanto de um lado como do outro fazerem-se formações de consciencialização para que esses comportamentos desaparecessem por completo da modalidade.

LUÍS ALVES - OLIVAIS

1 - Acho que há árbitros melhores que outros e já vi os mesmos arbítrios numa altura estarem bem e noutra estarem mal. Tenho alguma dificuldade em estabelecer essa fronteira, mas de certeza que haverá árbitros, como em todas as actividades, sem capacidade para estarem ao mais alto nível.

2 - sim tanto eu como os jogadores do Olivais, já sentimos isso, mas esse aspecto está relacionado com a personalidade de cada arbitro. Há pessoas que permitem que os jogadores falem com eles e há outros que não. Nitidamente a preferência tende muito para árbitros que conseguem manter uma relação cordial, embora a característica mais apreciada seja a qualidade das suas decisões. É como em tudo na vida, mas é evidente que todos nós em alguma altura já fomos vitimas disso.Todos os treinadores e jogadores também têm a obrigação de comunicar de forma cordial e isso por vezes não acontece.

3 - Primeiro a avaliação dos árbitros tem de ser correcta e depois as pessoas da arbitragem estarem mais atentas ao futsal e preocuparem-se com um numero de critérios que levam à escolha de árbitros. Os melhores devem estar na primeira categoria e apitar os jogos mais importantes. Depois todos os outros agentes consciencializarem-se que não é fácil ser árbitro e perdermos todos a ideia da teoria da conspiração.

PAULO FERNANDES - SPORTING

1 - Claro que sim, da mesma forma que certamente eles pensaram que há treinadores na primeira divisão sem qualidade. A diferença é que os treinadores são avaliados semanalmente perante os resultados e os árbitros não. As suas avaliações só se definem no final da época.

2 - Já, arrogância e prepotência.

3 - Uma maior aproximação dos árbitros os jogadores e treinadores, isto na discussão de ideias, e não os árbitros colocarem-se num patamar superior. É uma questão de humildade os treinadores discutem entre sim tentam aprender uns com os outros em formações e colóquios, na arbitragem é tudo muito mais à parte. Devia haver um maior relacionamento entre os árbitros e entre eles e os agentes da modalidade.

ANDRÉ GUIMARÃES - TIRES

1- Nestas 6 jornadas ainda não senti isso.

2- Na primeira divisão não, na segunda e na terceira divisão varias vezes. Tenho estado a adorar, apesar dos erros, a maneira de lidar e o ouvir os treinadores é completamente diferente.

JOSÉ VASCONCELOS - ALPENDORADA

Sim já senti. Acho que em relação a isso há árbitros que não tem o discernimento e acabam por perder o controle do jogo e leva-os a ter afirmações menos próprias. Isso acontece pelo que rodeio os jogos e eles tinham de estar melhor preparados para lidarem com isso.

Há na minha opinião árbitros a mais, devia diminuir-se o numero e alterar alguns dos critérios que levam à escolha dos árbitros. Por exemplo não consigo perceber o porquê de não se colocarem árbitros da mesma associações dos clubes, ou porque é que os árbitros do norte não apitam jogos no sul e vice-versa.

Não me compete a mim decidir, mas claro que é preferível ter menos árbitros se isso aumentar o nível da arbitragem.

25 Novembro 2008

A.F. Viana do Castelo - Curso Candidatos